quinta-feira, 19 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Escritor cubano vai discutir o racismo na Feira do Livro
Referência internacional quando o assunto é racismo,
o escritor cubano Carlos Moore, que vive no Brasil há mais de 15 anos, é um dos
convidados do Encontro Literário, da 20ª edição da Feira Pan Amazônica do
Livro, que ocorrerá no período de 27 de maio a 5 de junho, em Belém.
Sua vida como intelectual e ativista, que por anos
denunciou o racismo em Cuba e viveu perseguido até chegar ao Brasil e encontrar
um país mergulhado na tensão racial, promete conduzir a plateia a
questionamentos ricos em vários aspectos.
Carlos Moore é autor de sete livros, sendo cinco
títulos traduzidos para o português e lançados no Brasil. Um deles é a sua
autobiografia “Pichón” (2008) e “Racismo e sociedade” (2007/2012). “Meu
discurso é sobre todo o percurso de um negro em uma sociedade. Muito pertinente,
porque o que falo de Cuba se vê também no Brasil, já que são países
latino-americanos”, afirma o escritor, que fará sua estreia na Feira Pan
Amazônica do Livro, em Belém.
O autor, que entre os vários exílios fez dois
doutorados na Universidade de Paris, um em Etnologia e outro em Ciências
Humanas, mora em Salvador desde 2000, ao lado de sua companheira. Tem dois
filhos, um que mora nos Estados Unidos do primeiro casamento e outra que adotou
no Brasil. (Fonte: Agência Pará)
domingo, 15 de maio de 2016
Parauapebas será representada em congresso científico internacional de micropigmentação
O município de Parauapebas estará sendo representado
no 3º Congresso Científico Internacional de Micropigmentação, que acontece no
Rio de Janeiro no período de 21 a 23 de maio, no Centro de Convenções Sul
América, durante o evento Estética In Rio 2016, que completa 10 anos.
A missão de representar Parauapebas e o Pará ficou
por conta da profissional Vanessa Siqueira, referência em micropigmentação capilar,
que terá como tema da palestra “Calvice: quais os principais tipos de calvície
e quando devemos micropigmentar”.
Vanessa Siqueira reside em Parauapebas há oito anos,
é especialista em micropigmentação de sobrancelhas e capilar, tem participado
de especialização na área no Brasil e no exterior, sendo requisitada para
promover cursos em diversos estados do Brasil.
“Será uma honra muito
grande participar de um evento que reúne os melhores do mundo da
micropigmentação. Poder representar Parauapebas e o Pará como palestrante é
motivo de muito orgulho. Acredito que tenho muito a contribuir com os
profissionais que estarão por lá. Darei como sempre o meu melhor, pois tenho
buscado sempre a excelência em minha profissão”, afirmou Vanessa Siqueira, que
palestrará no domingo, 22 de maio. (Domingos
Cardoso)sábado, 14 de maio de 2016
AgroBrasília e Prêmio Prefeito Empreendedor no Conexão Rural deste domingo
João Pezão
O programa Conexão Rural deste domingo (15) extrapolou
fronteira e vai mostrar detalhes da nona edição da Feira Internacional dos
Cerrados (AgroBrasília), realizada no período de 10 a 14 de maio a 60 km da
capital da República, na rodovia que dá acesso a Unaí (MG).
A feira reúne empreendedores rurais de diversos
portes, regiões e nacionalidades, e tem se destacado como celeiro de inovações
e realização de negócios junto às melhores empresas do setor e agricultores
competentes e interessados em tecnologia.
Conexão Rural traz ainda uma reportagem sobre a
entrega do Prêmio Prefeito Empreendedor, promovido pelo Sebrae, cuja cerimônia
de entrega da premiação ocorreu em Brasília na última terça-feira (10). O
prefeito de Parauapebas, Valmir Mariano, ficou entre os seis melhores da região
Norte e fala ao apresentador Lima Rodrigues sobre a importância de ter sido
eleito o Prefeito Empreendedor do Estado do Pará 2016.
A parte musical do programa fica por conta da dupla
brasiliense, genuinamente caipira, Zé Mulato e Cassiano.
Gravado em Brasília, o programa especial tem
produção e apresentação do jornalista Lima Rodrigues, imagens de Ornelo Júnior
(DF) e edição de João Pezão Filho.
O programa é veiculado todo domingo às 9 horas da
manhã na RBATV, Band, canal 30, em Parauapebas.sexta-feira, 13 de maio de 2016
Governo federal regulamenta o Marco Civil da Internet
Foi publicado em edição extra do Diário Oficial da
União o decreto de regulamentação do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014).
O Decreto 8.771/2016, que começa a valer em 30 dias, estabelece princípios,
garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.
O texto trata das hipóteses admitidas de
discriminação de pacotes de dados na internet e de degradação de tráfego,
indica procedimentos para guarda e proteção de dados por provedores de conexão
e de aplicações, aponta medidas de transparência na requisição de dados
cadastrais pela administração pública e estabelece parâmetros para fiscalização
e apuração de infrações.
O coordenador do Comitê Gestor da Internet no Brasil
(CGI.br), Virgilio Almeida, destaca o trabalho da Secretaria de Política de
Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) na
formulação nos textos da lei e do decreto, com apoio do CGI.br, cuja governança
multissetorial "inspirou os debates que chegaram ao Marco Civil".
Para Virgilio, a regulamentação reforça a influência
do CGI.br, ao estabelecê-lo como responsável por determinar os rumos da rede
mundial no país.
"O comitê tem agora um papel preponderante no
estabelecimento de diretrizes que serão consideradas nos assuntos da
neutralidade de rede, nos estudos de padrões de segurança e sigilo de dados e
nas orientações para o desenvolvimento da internet, apoiando a atuação da
administração pública brasileira", explica o coordenador.
Hoje professor da Escola de Engenharia e Ciências
Aplicadas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e ex-titular da Sepin, ele
lembra que o Marco Civil da Internet é visto no mundo inteiro como uma
legislação "avançada e moderna, além de democrática, aberta e
inclusiva". Segundo Virgilio Almeida, a lei tem sido modelo para as
políticas de diversos países, a exemplo da Itália, que aprovou recentemente
regras similares.
Criado há 20 anos, o CGI.br é formado por nove
representantes do setor governamental, quatro do setor empresarial, quatro do
terceiro setor, três da comunidade científica e tecnológica e um representante
de notório saber em assuntos de internet.
"Constituição da internet"
Sancionada em 23 de abril de 2014, após sete anos de
debates e amplo processo participativo, a lei ganhou o apelido de
"Constituição da Internet". Antes de chegar ao consenso sobre o
decreto, houve quatro consultas públicas – uma coordenada pela Agência Nacional
de Telecomunicações (Anatel), uma pelo CGI.br e outras duas pelo Ministério da
Justiça, em janeiro de 2015, com as quatro pastas envolvidas, e janeiro de
2016.
O decreto de regulamentação foi assinado pela
presidenta Dilma Rousseff, a ministra em exercício da Ciência, Tecnologia e
Inovação, Emília Ribeiro, e pelos então ministros da Justiça, Eugênio Aragão,
das Comunicações, André Figueiredo, e da Cultura, Juca Ferreira. (Fonte: MCTI)
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Escritor volta às origens e lança livro de cordel em feira de livro
O escritor e contista paraense Juraci Siqueira já é
um velho conhecido na Feira Pan Amazônica do Livro, que este ano ocorrerá no período
de 27 de maio a 5 de junho, em Belém. Nesta 20ª edição da feira, Juraci estará marcando
presença novamente, mas sempre com uma novidade para apresentar ao público.
Este ano, ele voltará a suas raízes ao lançar o
livro “Aumentei, mas não menti”, pela Editora Paulinas. A obra resgata o estilo
literário pelo qual o escritor se encantou na infância: o cordel.
Nesta edição comemorativa dos 20 anos da Feira do
Livro, que ocorre no Hangar, o escritor também vai lançar uma obra dedicada ao
público infantil. “A boneca encantada”. Além disso, será uma das atrações do
espaço de Contação de Histórias, dedicado às crianças.
Para o escritor, participar novamente da Feira Pan
Amazônica do Livro é uma oportunidade a mais de estreitar o contato com o
público e, especialmente, com futuros leitores. “É sempre muito bom estar
próximo das pessoas e dos livros, como ocorre durante esse evento, que é um dos
mais ricos para a nossa literatura”, diz.
Entre os livros escritos
por Juraci estão “Verde canto” (1981), “Travesseiro de pedra” (1986), “Piracema
de sonhos” (1987), “Canto caboclo” (2008), “Incêndios e naufrágios” (2008),
estes em poesia; “Paca, tatu; cutia não!” (2008), “O bicho folharal” (2013), “O
menino que ouvia estrelas e se sonhava canoeiro” (2010), “O chapéu do boto”
(2013) e “Com amor e devoção” (2013). (Fonte:
Agência Pará)terça-feira, 10 de maio de 2016
Waldir Maranhão revoga decisão de anular aprovação do impeachment
O presidente em exercício da Câmara dos Deputados,
Waldir Maranhão (PP-MA), revogou, na madrugada desta terça-feira (10), a
decisão tomada ontem (9) de manhã, de anular as sessões plenárias da Câmara em
que foi aprovada a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta
Dilma Rousseff.
"Revogo a decisão por mim proferida em 9 de
maio de 2016 por meio da qual foram anuladas as sessões do plenário da Câmara
dos Deputados ocorridas nos dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, nas quais se
deliberou sobre a Denúncia por Crime de Responsabilidade nº 1/2015", diz texto
do ofício assinado por Maranhão.
Em outro ofício, Waldir Maranhão comunicou a decisão
ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
A Secretaria Geral da Mesa da Câmara recebeu a
decisão da revogação logo depois da meia-noite.
Nesta segunda-feira, Renan decidiu ignorar a decisão
do presidente em exercício da Câmara e determinou que o relator do processo na
Comissão Especial do Impeachment do Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG),
fizesse a leitura do parecer, favorável à admissibilidade do processo no
plenário da Casa.
Com isso, começou a contar o prazo de 48 horas para
que os senadores votem a admissibilidade e o afastamento da presidenta por 180
dias, o que deve ocorrer nesta quarta-feira (11). (Fonte: Agência Brasil)domingo, 8 de maio de 2016
Treze municípios aniversariam neste mês no sul e sudeste do Pará
Nesta terça-feira (10), dez municípios das regiões sul e sudeste do Pará fazem aniversário e três na próxima sexta-feira (13). Os municípios que fazem festa nesta terça-feira são Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Curionópolis, Dom Eliseu, Ourilândia do Norte, Parauapebas, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e Tucumã. Na sexta-feira aniversariam Rio Maria, Rondon do Pará e Xinguara.
Bom Jesus do Tocantins (15.298 habitantes, Censo 2010)

O município foi criado pela Lei nº 5.454, de 10 de maio de 1988, com área desmembrada de São João do Araguaia. A lei estabelece que Bom Jesus do Tocantins, enquanto não possuísse legislação própria, seria regido pelas leis e atos reguladores do município-mãe e integraria a comarca judiciária de Marabá.
Devido à inexistência da então Rodovia PA 70 (hoje BR 222), poucas pessoas tinham acesso ao local. Sua história está relacionada com a do município que lhe deu origem. Segundo a memória social local, o morador mais antigo do município é o maranhense Adão de Souza, que estabeleceu, em 1962, uma roça local.
A denominação de Bom Jesus surgiu a partir das ideias de moradores mais antigos que consideravam ser um nome significativo, pois é o nome de Deus.
Em 1991, pela Lei nº 5.708, de 27 de dezembro de 1991, o município teve parte de suas terras desmembrada para a criação de Abel Figueiredo, anteriormente seu principal distrito. O atual prefeito de Bom Jesus do Tocantins é Sidney Moreira de Souza.
Brejo Grande do Araguaia (7.317 habitantes, Censo 2010)

Brejo Grande do Araguaia se originou do desmembramento de São João do Araguaia, que surgiu na década dos anos 50 com o início da exploração de terras situada às margens do Rio Araguaia. O primeiro morador da localidade foi Raimundo Victor, que se estabeleceu em Brejo Grande do Araguaia no dia 25 de julho de 1958.
O processo de emancipação de Brejo Grande teve início na gestão do então prefeito de São João do Araguaia, Luis Carlos Lopes, por meio dos vereadores Agenor Miranda de Brito e Severino Gomes Pereira, residentes em Brejo Grande.
Em 10 de maio de 1988, conforme a Lei nº 5.448, Brejo Grande do Araguaia foi elevado à condição de município. Sua instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1989.
O município é constituído somente de um distrito, que é o da sede, apesar de possuir outras localidades importantes, como Palestina, São Raimundo do Araguaia, Jarbas Passarinho, Santa Isabel do Araguaia, Itapemirim, Santa Rita, São Pedro e Grota de Lages. O atual prefeito é Marcos Dias do Nascimento.
Curionópolis (18.298 habitantes, Censo 2010)

A região de Curionópolis é originária do município de Marabá que surgiu de um aglomerado de pessoas que, no final da década de 70, se estabeleceram no km 30 da Rodovia PA 275, com a expectativa de trabalho na implantação do projeto Ferro Carajás, construção da Estrada de Ferro Carajás ou em busca de ouro, nas dezenas de pequenos garimpos que proliferam na região.
Com a ocorrência de ouro na Serra Pelada, no início dos anos 80, Curionópolis consolidou-se como núcleo de apoio a essa atividade e como local de residência das mulheres e filhos de garimpeiros que, à época, eram impedidos de ingressar na Serra Pelada.
Desenvolveram, assim, um comércio diversificado e um setor de hotéis, pensões, bares, lanchonetes, boates e outros que consolidaram Curionópolis como povoação, definitiva, mesmo depois que o ouro daquele garimpo escasseou.
Em 10 de maio de 1988, por meio da Lei Estadual nº 5.444, Curionópolis foi elevado à condição de município. Sua instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1989.
O nome Curionópolis foi escolhido em homenagem ao “Major Curió”, que exerceu grande autoridade e liderança sobre os garimpeiros, no período de 1981-82, quando era coordenador do garimpo de Serra Pelada. O atual prefeito do município é Wenderson Azevedo Chamon.
Dom Eliseu (51.319 habitantes, Censo 2010)

Dom Eliseu teve origem do município de Paragominas, a quem era integrado, como povoado, com o nome de Felinto Muller, até 14 de setembro de 1983, quando foi elevado à categoria de distrito.
Em 10 de maio de 1988, por meio da Lei nº 5.450, Dom Eliseu passou à condição de município. A instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1989. O atual prefeito do município é Joaquim Nogueira Neto.
Ourilândia do Norte (27.359 habitantes, Censo 2010)

Em 1980, o município de Ourilândia do Norte foi constituído com a implantação do Projeto Tucumã e colonização particular da empresa Andrade Gutierrez. Em decorrência dos atrativos da região, que possui terra boa e muito ouro, chegaram pessoas de várias regiões do país, porém, o Projeto Tucumã selecionava as pessoas para se estabelecerem na região. Os que não possuíam condições financeiras de adquirir lotes de terra entravam na seleção do projeto.
Essas pessoas se aglomeraram próximo à guarita posta pelos diretores do projeto e construíram barracos de lona de pau-a-pique, e por isso o primeiro nome de Ourilândia do Norte foi Gurita. A área da sede municipal era de posse do fazendeiro e piloto Ernesto. A terra foi solicitada pelo Getat, organizadora do loteamento, para urbanização do povoado às margens da Rodovia PA 279, nos limites do Projeto Tucumã.
Posteriormente, o povoado pertencente ao município de São Félix do Xingu foi elevado à categoria de distrito, com a instalação da subprefeitura subordinada à Prefeitura de São Félix do Xingu.
Em 1988, a região foi elevada à categoria de município, por meio da Lei 5.449, de 10 de maio de 1988, publicada no Diário Oficial em 12 de maio de 1988, criando o município de Ourilândia do Norte. O prefeito atual é Maurílio Gomes da Cunha,
Parauapebas (153.908 habitantes, Censo 2010)
O município de Parauapebas se localizada no aglomerado urbano ao pé da Serra de Carajás, no curso médio do Rio Parauapebas, atravessado pela Rodovia PA 275, e dá acesso à província ferrífera.
Parauapebas foi criado pela Lei nº 5.443, de 10 de maio de 1988, com o desmembramento de Marabá. Esse decreto estabelece que, enquanto não possui legislação própria, o novo município integraria à comarca judiciária e seria administrado pelos regulamentos de Marabá, juntamente com o município de Brejo Grande do Araguaia. O município foi instalado no dia 1º de janeiro de 1989.
Até o final da década de 60, ocasião em que se constatou a existência de jazidas de minério de ferro na Serra dos Carajás, o município de Marabá era praticamente desabitado.
A cidade de Parauapebas foi projetada para abrigar populações migrantes e como suporte para os trabalhadores das empreiteiras que dariam apoio ao Programa Grande Carajás, bem como às subsidiárias da então Companhia Vale do Rio Doce.
O atual gestor municipal é Valmir Queiroz Mariano.
Rio Maria (17.697 habitantes, Censo 2010)
O município de Rio Maria foi criado em 13 de maio de 1982, com a efetivação da Lei Estadual nº 5.028. Durante o então governo do coronel Alacid Nunes, também foram criados os distritos de Xinguara e Redenção, todos com área desmembrada do município de Conceição do Araguaia. O atual gestor é Walter José da Silva.
Rondon do Pará (46.964 habitantes, Censo 2010)
Com a abertura da Rodovia PA 70 (hoje BR 222), em 1968, começaram a chegar ao local os imigrantes das regiões Sul e Sudeste do país. Com isso, os indígenas não estavam aceitando a presença de homens brancos na área.
Mas, com o apoio de um índio aculturado (sem identificação de nome), o extinto Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER), responsável pelas obras da rodovia, conseguiu manter contato com as tribos e estas acabaram aceitando mudar para outra região próxima a Marabá, onde atualmente fica a reserva indígena de Mãe Maria.
Inicialmente, o pequeno povoado foi denominado de "Candangolândia", numa alusão aos pioneiros que construíram a cidade de Brasília, chamada de candangos. Em 1969, o médico Camilo Viana, coordenador de um grupo de estudantes, chegou ao local para realizar atendimento na área de saúde e educação. O médico e sua equipe faziam parte do Projeto Rondon, o qual tinha como objetivo levar profissionais e estudantes universitários para o interior do país. Daí surgiu o nome de Vila Rondon.
A população aumentou com a chegada de pessoas de outros estados, principalmente do Espírito Santo e Minas Gerais, que encontraram na região condições apropriadas para a implantação de projetos agropecuários e para a exploração do extrativismo vegetal.
O município de Rondon do Pará foi criado no dia 13 de maio de 1982, por meio da Lei nº 5.027, desmembrado de São Domingos do Capim. Shirley Cristina de Barros Malcher é atual prefeita do município.
Santa Maria das Barreiras (17.206 habitantes, Censo 2010)
O município foi criado a partir da Lei nº 5.451, de 10 de maio de 1988, com área desmembrada de Santana do Araguaia, e instalado em 1º de janeiro de 1889. Por não possuir ainda legislação específica, era regido pelas leis e atos de Santana do Araguaia.
A emancipação de Santa Maria das Barreiras decorreu de uma série de acontecimentos envolvendo a região que, originalmente, constituiu o município de Conceição do Araguaia, estando, portanto, suas origens relacionadas com a história desse município.
O distrito-sede de Santana do Araguaia era a nova denominação de Santa Maria das Barreiras, anteriormente distrito de Conceição do Araguaia e permaneceu como cidade até 1980, ocasião em que foi atingido por uma enchente do Rio Araguaia.
Segundo depoimento de autoridades, a prefeitura, por ato administrativo, mudou-se para Campo Alegre, que passou a ser a sede do município. Em 1984, devido à Lei nº 5.171, Campo Alegre passa à condição de distrito-sede do município de Santana do Araguaia com a denominação de Santana do Araguaia. Por sua vez, o ex-distrito-sede volta a denominar-se Santa Maria das Barreiras.
Santa Maria das Barreiras passou a enfrentar dificuldades de assistência administrativa, pela distância de Campo Alegre, além da necessidade de sua reconstrução, o que foi agravado com outra enchente do rio Araguaia, em 1983. Constatou-se que era preciso uma luta política permanente com objetivos definidos, capazes de melhorar a qualidade de vida daquela população, o que resultou na relativa emancipação de Santana e posterior criação de Santa Maria das Barreiras.
Constitui-se somente do distrito de Santa Maria das Barreiras, que foi elevado à categoria de cidade, conforme lei de criação do município. O atual prefeito é José Barbosa de Faria.
Santana do Araguaia (56.153 habitantes, Censo 2010)
A Lei nº 2.460, de 20 de dezembro de 1961, do então governo de Aurélio do Carmo, estabelece que o município de Conceição do Araguaia tivesse seu território desmembrado para criar o município de Santana do Araguaia.
O município recém-criado teve como sede o lugar denominado Santa Maria das Barreiras, distrito do município de Conceição do Araguaia, que passou a ocupar a condição de sede do município, denominando-se Santana do Araguaia.
Com a grande enchente do Rio Araguaia, por volta de 1980, a sede do município de Santana do Araguaia foi atingida e a prefeitura se mudou para a localidade de Campo Alegre que, por meio da Lei nº 5.171, de 5 de novembro de 1984, passou a distrito, tornando-se a nova sede do município, na categoria de cidade, e tendo mudado seu nome para Santana do Araguaia, enquanto que a antiga Santa Maria das Barreiras teve seu nome restabelecido como tal.
Em 10 de maio de 1988, com a Lei nº 5.451, o município de Santana do Araguaia teve seu território desmembrado para a criação do município de Santa Maria das Barreiras. Atualmente, o município é administrado pelo prefeito Eduardo Alves Conti.
São Geraldo do Araguaia (25.587 habitantes, Censo 2010)
O município de São Geraldo do Araguaia foi criado em 10 de maio de 1988, com a Lei nº 5.441, e instalado no dia 1º de janeiro de 1989, com área desmembrada de Xinguara.
Em face dos dispositivos do ato que deu autonomia ao município, o município foi regido pelas leis e atos regulamentares de Xinguara e integrado à Comarca de Conceição do Araguaia, enquanto não possui legislação própria. O atual gestor municipal é Jorge Barros de Alencar.
Tucumã (33.690 habitantes, Censo 2010)
Em 1981, o trabalho proposto pelo Incra foi concretizado pela empresa Andrade Gutierrez, idealizando a ideia do Projeto Tucumã, numa área de 400 mil hectares, no município de São Félix do Xingu.
No ano seguinte, os primeiros colonos vindos da região Sul do Brasil escolheram a região para viver, por possuírem tradição agrícola e recursos próprios para auto-sustentação, pelo menos nos primeiros tempos da colonização.
A primeira unidade residencial urbana no Projeto Tucumã foi ocupada por Alcides de Oliveira e sua família, em 16 de setembro de 1981, e o primeiro colono assentado foi Antônio José dos Santos, em 15 de março de 1982.
Em 1985, ocorreram invasões de terras na área rural e urbana, resultando em um processo de intenso crescimento populacional e inviabilizando o projeto como empreendimento de colonização particular. A descoberta de ricos veios auríferos trouxe milhares de pessoas à região.
O povo se uniu e formou o Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Tucumã, que se incumbiu de administrar o núcleo até a implantação do município, que foi criado pela Lei nº 5.455, de 10 de maio de 1988, desmembrado do município de São Félix do Xingu e instalado em 1º de janeiro de 1989. O atual prefeito é Adelar Pelegrini.
Xinguara (40.573 habitantes, Censo 2010)
A ocupação do território, onde está localizado o município de Xinguara, ocorreu por causa da abertura da Rodovia PA 279. A rodovia foi projetada com a finalidade de ligar o município de São Félix do Xingu à Rodovia PA 150.
O marco inicial da estrada foi fixado no entroncamento onde hoje se encontra a sede municipal. Inúmeras pessoas se estabeleceram em torno do marco, dando origem a uma povoação, que, devido sua posição geográfica estratégica, recebeu o nome de Entroncamento do Xingu, em 1976.
A Prefeitura de Conceição do Araguaia determinou a urbanização da localidade, criando uma subprefeitura para coordenação dos serviços. Elevado à categoria de município com a denominação de Xinguara pela Lei Estadual nº 5.028, de 13 de maio de 1982, foi desmembrado do município de Conceição do Araguaia.
O nome do município é em homenagem a dois importantes rios existentes no Estado do Pará: Xingu e Araguaia. O prefeito atual do município é Oswaldo de Oliveira Assunção Júnior. (Fonte: Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins-Amat e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE)
Bom Jesus do Tocantins (15.298 habitantes, Censo 2010)

O município foi criado pela Lei nº 5.454, de 10 de maio de 1988, com área desmembrada de São João do Araguaia. A lei estabelece que Bom Jesus do Tocantins, enquanto não possuísse legislação própria, seria regido pelas leis e atos reguladores do município-mãe e integraria a comarca judiciária de Marabá.
Devido à inexistência da então Rodovia PA 70 (hoje BR 222), poucas pessoas tinham acesso ao local. Sua história está relacionada com a do município que lhe deu origem. Segundo a memória social local, o morador mais antigo do município é o maranhense Adão de Souza, que estabeleceu, em 1962, uma roça local.
A denominação de Bom Jesus surgiu a partir das ideias de moradores mais antigos que consideravam ser um nome significativo, pois é o nome de Deus.
Em 1991, pela Lei nº 5.708, de 27 de dezembro de 1991, o município teve parte de suas terras desmembrada para a criação de Abel Figueiredo, anteriormente seu principal distrito. O atual prefeito de Bom Jesus do Tocantins é Sidney Moreira de Souza.
Brejo Grande do Araguaia (7.317 habitantes, Censo 2010)
Brejo Grande do Araguaia se originou do desmembramento de São João do Araguaia, que surgiu na década dos anos 50 com o início da exploração de terras situada às margens do Rio Araguaia. O primeiro morador da localidade foi Raimundo Victor, que se estabeleceu em Brejo Grande do Araguaia no dia 25 de julho de 1958.
O processo de emancipação de Brejo Grande teve início na gestão do então prefeito de São João do Araguaia, Luis Carlos Lopes, por meio dos vereadores Agenor Miranda de Brito e Severino Gomes Pereira, residentes em Brejo Grande.
Em 10 de maio de 1988, conforme a Lei nº 5.448, Brejo Grande do Araguaia foi elevado à condição de município. Sua instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1989.
O município é constituído somente de um distrito, que é o da sede, apesar de possuir outras localidades importantes, como Palestina, São Raimundo do Araguaia, Jarbas Passarinho, Santa Isabel do Araguaia, Itapemirim, Santa Rita, São Pedro e Grota de Lages. O atual prefeito é Marcos Dias do Nascimento.
Curionópolis (18.298 habitantes, Censo 2010)
A região de Curionópolis é originária do município de Marabá que surgiu de um aglomerado de pessoas que, no final da década de 70, se estabeleceram no km 30 da Rodovia PA 275, com a expectativa de trabalho na implantação do projeto Ferro Carajás, construção da Estrada de Ferro Carajás ou em busca de ouro, nas dezenas de pequenos garimpos que proliferam na região.
Com a ocorrência de ouro na Serra Pelada, no início dos anos 80, Curionópolis consolidou-se como núcleo de apoio a essa atividade e como local de residência das mulheres e filhos de garimpeiros que, à época, eram impedidos de ingressar na Serra Pelada.
Desenvolveram, assim, um comércio diversificado e um setor de hotéis, pensões, bares, lanchonetes, boates e outros que consolidaram Curionópolis como povoação, definitiva, mesmo depois que o ouro daquele garimpo escasseou.
Em 10 de maio de 1988, por meio da Lei Estadual nº 5.444, Curionópolis foi elevado à condição de município. Sua instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1989.
O nome Curionópolis foi escolhido em homenagem ao “Major Curió”, que exerceu grande autoridade e liderança sobre os garimpeiros, no período de 1981-82, quando era coordenador do garimpo de Serra Pelada. O atual prefeito do município é Wenderson Azevedo Chamon.
Dom Eliseu (51.319 habitantes, Censo 2010)

Dom Eliseu teve origem do município de Paragominas, a quem era integrado, como povoado, com o nome de Felinto Muller, até 14 de setembro de 1983, quando foi elevado à categoria de distrito.
Em 10 de maio de 1988, por meio da Lei nº 5.450, Dom Eliseu passou à condição de município. A instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1989. O atual prefeito do município é Joaquim Nogueira Neto.
Ourilândia do Norte (27.359 habitantes, Censo 2010)

Em 1980, o município de Ourilândia do Norte foi constituído com a implantação do Projeto Tucumã e colonização particular da empresa Andrade Gutierrez. Em decorrência dos atrativos da região, que possui terra boa e muito ouro, chegaram pessoas de várias regiões do país, porém, o Projeto Tucumã selecionava as pessoas para se estabelecerem na região. Os que não possuíam condições financeiras de adquirir lotes de terra entravam na seleção do projeto.
Essas pessoas se aglomeraram próximo à guarita posta pelos diretores do projeto e construíram barracos de lona de pau-a-pique, e por isso o primeiro nome de Ourilândia do Norte foi Gurita. A área da sede municipal era de posse do fazendeiro e piloto Ernesto. A terra foi solicitada pelo Getat, organizadora do loteamento, para urbanização do povoado às margens da Rodovia PA 279, nos limites do Projeto Tucumã.
Posteriormente, o povoado pertencente ao município de São Félix do Xingu foi elevado à categoria de distrito, com a instalação da subprefeitura subordinada à Prefeitura de São Félix do Xingu.
Em 1988, a região foi elevada à categoria de município, por meio da Lei 5.449, de 10 de maio de 1988, publicada no Diário Oficial em 12 de maio de 1988, criando o município de Ourilândia do Norte. O prefeito atual é Maurílio Gomes da Cunha,
Parauapebas (153.908 habitantes, Censo 2010)
O município de Parauapebas se localizada no aglomerado urbano ao pé da Serra de Carajás, no curso médio do Rio Parauapebas, atravessado pela Rodovia PA 275, e dá acesso à província ferrífera.
Parauapebas foi criado pela Lei nº 5.443, de 10 de maio de 1988, com o desmembramento de Marabá. Esse decreto estabelece que, enquanto não possui legislação própria, o novo município integraria à comarca judiciária e seria administrado pelos regulamentos de Marabá, juntamente com o município de Brejo Grande do Araguaia. O município foi instalado no dia 1º de janeiro de 1989.
Até o final da década de 60, ocasião em que se constatou a existência de jazidas de minério de ferro na Serra dos Carajás, o município de Marabá era praticamente desabitado.
A cidade de Parauapebas foi projetada para abrigar populações migrantes e como suporte para os trabalhadores das empreiteiras que dariam apoio ao Programa Grande Carajás, bem como às subsidiárias da então Companhia Vale do Rio Doce.
O atual gestor municipal é Valmir Queiroz Mariano.
Rio Maria (17.697 habitantes, Censo 2010)
O município de Rio Maria foi criado em 13 de maio de 1982, com a efetivação da Lei Estadual nº 5.028. Durante o então governo do coronel Alacid Nunes, também foram criados os distritos de Xinguara e Redenção, todos com área desmembrada do município de Conceição do Araguaia. O atual gestor é Walter José da Silva.
Rondon do Pará (46.964 habitantes, Censo 2010)
Com a abertura da Rodovia PA 70 (hoje BR 222), em 1968, começaram a chegar ao local os imigrantes das regiões Sul e Sudeste do país. Com isso, os indígenas não estavam aceitando a presença de homens brancos na área.
Mas, com o apoio de um índio aculturado (sem identificação de nome), o extinto Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER), responsável pelas obras da rodovia, conseguiu manter contato com as tribos e estas acabaram aceitando mudar para outra região próxima a Marabá, onde atualmente fica a reserva indígena de Mãe Maria.
Inicialmente, o pequeno povoado foi denominado de "Candangolândia", numa alusão aos pioneiros que construíram a cidade de Brasília, chamada de candangos. Em 1969, o médico Camilo Viana, coordenador de um grupo de estudantes, chegou ao local para realizar atendimento na área de saúde e educação. O médico e sua equipe faziam parte do Projeto Rondon, o qual tinha como objetivo levar profissionais e estudantes universitários para o interior do país. Daí surgiu o nome de Vila Rondon.
A população aumentou com a chegada de pessoas de outros estados, principalmente do Espírito Santo e Minas Gerais, que encontraram na região condições apropriadas para a implantação de projetos agropecuários e para a exploração do extrativismo vegetal.
O município de Rondon do Pará foi criado no dia 13 de maio de 1982, por meio da Lei nº 5.027, desmembrado de São Domingos do Capim. Shirley Cristina de Barros Malcher é atual prefeita do município.
Santa Maria das Barreiras (17.206 habitantes, Censo 2010)
O município foi criado a partir da Lei nº 5.451, de 10 de maio de 1988, com área desmembrada de Santana do Araguaia, e instalado em 1º de janeiro de 1889. Por não possuir ainda legislação específica, era regido pelas leis e atos de Santana do Araguaia.
A emancipação de Santa Maria das Barreiras decorreu de uma série de acontecimentos envolvendo a região que, originalmente, constituiu o município de Conceição do Araguaia, estando, portanto, suas origens relacionadas com a história desse município.
O distrito-sede de Santana do Araguaia era a nova denominação de Santa Maria das Barreiras, anteriormente distrito de Conceição do Araguaia e permaneceu como cidade até 1980, ocasião em que foi atingido por uma enchente do Rio Araguaia.
Segundo depoimento de autoridades, a prefeitura, por ato administrativo, mudou-se para Campo Alegre, que passou a ser a sede do município. Em 1984, devido à Lei nº 5.171, Campo Alegre passa à condição de distrito-sede do município de Santana do Araguaia com a denominação de Santana do Araguaia. Por sua vez, o ex-distrito-sede volta a denominar-se Santa Maria das Barreiras.
Santa Maria das Barreiras passou a enfrentar dificuldades de assistência administrativa, pela distância de Campo Alegre, além da necessidade de sua reconstrução, o que foi agravado com outra enchente do rio Araguaia, em 1983. Constatou-se que era preciso uma luta política permanente com objetivos definidos, capazes de melhorar a qualidade de vida daquela população, o que resultou na relativa emancipação de Santana e posterior criação de Santa Maria das Barreiras.
Constitui-se somente do distrito de Santa Maria das Barreiras, que foi elevado à categoria de cidade, conforme lei de criação do município. O atual prefeito é José Barbosa de Faria.
Santana do Araguaia (56.153 habitantes, Censo 2010)
A Lei nº 2.460, de 20 de dezembro de 1961, do então governo de Aurélio do Carmo, estabelece que o município de Conceição do Araguaia tivesse seu território desmembrado para criar o município de Santana do Araguaia.
O município recém-criado teve como sede o lugar denominado Santa Maria das Barreiras, distrito do município de Conceição do Araguaia, que passou a ocupar a condição de sede do município, denominando-se Santana do Araguaia.
Com a grande enchente do Rio Araguaia, por volta de 1980, a sede do município de Santana do Araguaia foi atingida e a prefeitura se mudou para a localidade de Campo Alegre que, por meio da Lei nº 5.171, de 5 de novembro de 1984, passou a distrito, tornando-se a nova sede do município, na categoria de cidade, e tendo mudado seu nome para Santana do Araguaia, enquanto que a antiga Santa Maria das Barreiras teve seu nome restabelecido como tal.
Em 10 de maio de 1988, com a Lei nº 5.451, o município de Santana do Araguaia teve seu território desmembrado para a criação do município de Santa Maria das Barreiras. Atualmente, o município é administrado pelo prefeito Eduardo Alves Conti.
São Geraldo do Araguaia (25.587 habitantes, Censo 2010)
O município de São Geraldo do Araguaia foi criado em 10 de maio de 1988, com a Lei nº 5.441, e instalado no dia 1º de janeiro de 1989, com área desmembrada de Xinguara.
Em face dos dispositivos do ato que deu autonomia ao município, o município foi regido pelas leis e atos regulamentares de Xinguara e integrado à Comarca de Conceição do Araguaia, enquanto não possui legislação própria. O atual gestor municipal é Jorge Barros de Alencar.
Tucumã (33.690 habitantes, Censo 2010)
Em 1981, o trabalho proposto pelo Incra foi concretizado pela empresa Andrade Gutierrez, idealizando a ideia do Projeto Tucumã, numa área de 400 mil hectares, no município de São Félix do Xingu.
No ano seguinte, os primeiros colonos vindos da região Sul do Brasil escolheram a região para viver, por possuírem tradição agrícola e recursos próprios para auto-sustentação, pelo menos nos primeiros tempos da colonização.
A primeira unidade residencial urbana no Projeto Tucumã foi ocupada por Alcides de Oliveira e sua família, em 16 de setembro de 1981, e o primeiro colono assentado foi Antônio José dos Santos, em 15 de março de 1982.
Em 1985, ocorreram invasões de terras na área rural e urbana, resultando em um processo de intenso crescimento populacional e inviabilizando o projeto como empreendimento de colonização particular. A descoberta de ricos veios auríferos trouxe milhares de pessoas à região.
O povo se uniu e formou o Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Tucumã, que se incumbiu de administrar o núcleo até a implantação do município, que foi criado pela Lei nº 5.455, de 10 de maio de 1988, desmembrado do município de São Félix do Xingu e instalado em 1º de janeiro de 1989. O atual prefeito é Adelar Pelegrini.
Xinguara (40.573 habitantes, Censo 2010)
A ocupação do território, onde está localizado o município de Xinguara, ocorreu por causa da abertura da Rodovia PA 279. A rodovia foi projetada com a finalidade de ligar o município de São Félix do Xingu à Rodovia PA 150.
O marco inicial da estrada foi fixado no entroncamento onde hoje se encontra a sede municipal. Inúmeras pessoas se estabeleceram em torno do marco, dando origem a uma povoação, que, devido sua posição geográfica estratégica, recebeu o nome de Entroncamento do Xingu, em 1976.
A Prefeitura de Conceição do Araguaia determinou a urbanização da localidade, criando uma subprefeitura para coordenação dos serviços. Elevado à categoria de município com a denominação de Xinguara pela Lei Estadual nº 5.028, de 13 de maio de 1982, foi desmembrado do município de Conceição do Araguaia.
O nome do município é em homenagem a dois importantes rios existentes no Estado do Pará: Xingu e Araguaia. O prefeito atual do município é Oswaldo de Oliveira Assunção Júnior. (Fonte: Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins-Amat e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE)
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Jornalistas de Parauapebas prestigiam encontro de comunicação em Belém
Fotos: Secom e Waldyr Silva


Uma caravana composta por nove jornalistas de Parauapebas (Amparo Borges, Bariloche Silva, Cleo Lopes, Lima
Rodrigues, Luiz Bezerra, Pablo Oliveira, Samara Guimarães, Waldyr Silva e Yarla
Oliveira) prestigiou durante dois dias (2 e 3 de maio) o Encontro de Comunicação Pública do
Pará (Publicom), em Belém.
“Não sei dizer qual foi a melhor palestra, pois todas
foram muito didáticas e interessantes. Viemos de muito longe para aprender
muito aqui”. O depoimento é do jornalista Waldyr Silva, assessor de Comunicação
da Câmara Municipal de Parauapebas, que percorreu 700 quilômetros para marcar
presença nos dois dias de Publicom.
Promovido pela Secretaria de Comunicação do Estado
(Secom), o Publicom realizou no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia dois
dias de debates, na segunda (2) e terça-feira (3), das 9 às 21 horas, com
workshops e palestras. O evento teve a participação recorde de 800 inscritos, e
30 municípios marcaram presença em um encontro de qualificação, treinamento e
networking para assessores e gestores da área de comunicação dos poderes
Executivo, Legislativo e Judiciário, além de profissionais da imprensa e
estudantes de comunicação.
Palestras
e debates
O encontro foi aberto na segunda-feira (2) pelo
governador Simão Jatene e prosseguiu com os palestrantes Marcelo Canellas (Rede
Globo), com o tema “A arte de contar histórias no jornalismo”; Gustavo Nogueira
(publicitário), que discorreu sobre “As transformações na sociedade pós-digital”.
Depois, Daniel Nardin (secretário estadual de Comunicação),
Ester Monteiro (diretora de conteúdo da Secom do Senado Federal), Samara Diniz
(coordenadora de Comunicação da Assembleia Legislativa do Pará) e Taís Sousa
(assessora de Comunicação da Prefeitura de Paragominas), debateram “Comunicação
institucional: diálogos entre o governo e a sociedade”, seguidos de Sonia Ferro
e Tatiane Dias (Secom), no workshop “O que faz uma Ascom?”.
Prosseguindo, Jeso Carneiro (blogueiro de Santarém),
Rodolfo Marques (assessor do TJE), Antonio Carlos Pimentel (jornalista e professor)
e Vanessa Libório (Rede Record), participaram do debate “Os desafios das
linguagens em tempo de novas mídias”. Encerrando o primeiro dia do encontro,
Vinicius Dônola (Rede Record) falou sobre “O jornalista como mediador social –
apuração em tempo de novas tecnologias”.
No segundo e último dia do evento, o jornalista
Ricardo Viveiros (fundador da Agência Ricardo Viveiros & Associados) abriu
a programação com a palestra “Gerenciamento de crises na área da comunicação”.
Ainda pela manhã, o Publicom teve a mesa de debate
“Estratégias de comunicação para órgãos públicos”, com Carlos Carvalho
(presidente da Associação Brasileira das Agências de Comunicação-Abracom),
Armando Medeiros de Faria (DF) e Paulo Silber (diretor de Jornalismo da
Secom/Agência Pará); e o workshop “Comunicação digital institucional”, com Ítalo
Torres (assessor da Diretoria de Comunicação Institucional (DCI) da Secom).
À tarde, o procurador da República Alan Mansur falou
sobre as “Regras para a comunicação das instituições públicas no período eleitoral”.
Em seguida, Aline Fonseca (assessora de Comunicação Digital do Ministério
Público Federal), Rizzo Miranda (social media do governo federal e da Prefeitura
do Rio de Janeiro), Fred Fagundes (superintendente digital do Governo do MT) e
Antonio Neto (diretor de Comunicação Institucional da Secom/PA) debateram o
tema “A comunicação pública está on-line”.
A programação continuou com a palestra “Correspondência
internacional: cobertura de guerras e conflitos geopolíticos”, apresentada por Marcelo
Torres (SBT); o debate “Fronteiras da comunicação comunitária na Amazônia”, com
Adelaide Oliveira (presidente da Rede Cultura de Comunicação), Gilberto Ubayara
(secretário de Comunicação do Amapá), Rosane Steinbrenner (diretora da
Facom/UFPA e conselheira da Amarc/Brasil – Associação Mundial de Rádios
Comunitárias) e Rodolpho Moraes (diretor de Comunicação Popular e Comunitária
da Seom/PA); e encerrou com a palestra “Datacracia – o regime digital”,
apresentada por Luli Radfahrer (professor PhD em comunicação digital da Escola
de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo – Eca/Usp).
Publicom
Parauapebas
Para os organizadores, o sucesso do evento serviu
para estimular ainda mais a regionalização do Publicom. “A gente vai começar a
planejar desde já o Publicom Parauapebas, ainda este ano, que foi uma demanda
surgida aqui, em função também do grande número de participantes do município,
e começar a nos preparar para o Publicom Santarém. Pela maneira que as pessoas
abraçaram o evento, a gente tem certeza que o Publicom veio para ficar”,
resumiu Daniel Nardin, secretário de Comunicação do Estado. (Fonte: Secom/PA)terça-feira, 3 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Especialista alerta para a síndrome da visão do computador
Num artigo muito interessante, publicado no Healio,
Ocular Surgery News, o oftalmologista Mitchell A.Jackson conta que seu filho de
17 anos de idade assinou, recentemente, um contrato profissional para ser
jogador de videogame e irá participar da maior competição mundial de
computadores.
Ele assinou com o Team Liquid, em Los Angeles, e
participará, juntamente com mais dez jovens americanos, do Campeonato Mundial
na Ásia ainda neste ano.
No ano passado, essa competição foi vista por 27
milhões de pessoas no mundo, 13 milhões a mais do que viram a World Series no
mesmo ano. A World Series é a série final do campeonato de beisebol da Major
League Baseball.
As vantagens profissionais que este adolescente terá
com eGamer não são diferentes do que a de um jogador profissional da NBA,
quando o jogador atinge status profissional.
A boa notícia é que, nesta época de tensão ocular
digital, a carreira de eGamer pode valer a pena para o adolescente e os
oftalmologistas estão cada vez mais mergulhados nas possibilidades terapêuticas
para tratar a síndrome da visão do computador (CVS).
Como os oftalmologistas podem ajudar seus pacientes?
“Por definição, a síndrome da visão do computador
(CVS) é uma condição que normalmente ocorre devido ao esforço excessivo para
focar em um computador ou dispositivo semelhante (iPad, tablet, smartphone) de
uso prolongado por períodos ininterruptos de tempo.
Os sintomas da CVS incluem astenopia, dores de
cabeça, visão flutuante, olhos secos, olhos vermelhos e / ou diplopia”, afirma
o oftalmologista Virgílio Centurion (CRM-SP 13.454), diretor do IMO, Instituto
de Moléstias Oculares.
De acordo com o Instituto Nacional de Segurança e
Saúde Ocupacional, a CVS afeta cerca de 90% das pessoas que passam 3 horas ou
mais por dia no computador.
“O olho seco evaporativo é provavelmente o problema
ocular mais comum nos consultórios, relacionados com a CVS. Não só a CVS causa
o olho seco evaporativo, como também o olho seco exacerba os sintomas da CVS,
criando um ciclo vicioso para o paciente”, explica a oftalmologista Sandra
Alice Falvo (CRM-SP 59.156), que integra o corpo clínico do IMO. (Fonte: O Debate)
sábado, 23 de abril de 2016
Atemoia é destaque no Conexão Rural deste domingo
O programa Conexão Rural deste domingo (24) traz
como destaque as explicações do pesquisador paulista Ataíde Farias sobre a atemoia,
uma fruta híbrida obtida através do cruzamento da chirimoia com a fruta-pinha,
ambas pertencentes à família das anonáceas.
Os destaques musicais são Luiz Gonzaga, Roberta
Miranda e o parauapebense Léo da Gaita, um grande talento jovem da região.
Apresentado por Lima
Rodrigues, o Conexão Rural é veiculado todo domingo às 9 horas na RBATV, Band,
canal 30, em Parauapebas. As imagens são de Maurício de Souza e a edição é de João
Pezão Filho.
sexta-feira, 22 de abril de 2016
A vergonha e o terror
*
Contardo Callegari - Em 1992, na votação do impeachment de Collor,
suspendi o consultório e me instalei na frente da televisão. Na
minha lembrança, os pronunciamentos dos deputados não foram muito
melhores dos de domingo [17]
passado,
mas davam
para tolerar tudo, porque o espírito era diferente: havia no ar um
gosto de liberdade conquistada.
Hoje,
penso assim: caso uma votação desse tipo volte a acontecer, peço
encarecidamente que o regulamento da Câmara dos Deputados exija o
voto sem pronunciamento: o deputado leu o relatório da Comissão
Especial de impeachment, formou sua opinião e anuncia: "voto
sim" ou "voto não". Pronto.
Desta
vez, só se salvou da depressão quem passou a tarde nas
concentrações: exultaram ou choraram, mas pela boa razão que
ganharam ou perderam. Para os que encararam o espetáculo da votação
na televisão, sobrou uma depressão que ainda dura, tanto nos que
perderam quanto nos que eram a favor do sim. É uma sensação de
desamparo absoluto: duvidando de quem nos governa, recorremos a quem
nos representa. E, diante da tela de TV, surgiu a pergunta: são
estes, então, que nos representam?
O
UOL fez a conta: dos 367 sim, apenas 16 falaram dos crimes que o voto
deles queria castigar. O resto invocou sua família, seu quintal
eleitoral, a netinha que fazia aniversário, os filhos dormindo, o
velho pai, deus, deus de novo (outro ou o mesmo, tanto faz),
posicionou-se contra a proposta de que crianças troquem de sexo,
pelos moradores de rua ou por você, mamãe.
Em
sua grandíssima maioria, os representantes invocavam seus afetos
familiares e sua escolha religiosa na hora de cumprir seu dever
republicano. Essa confusão do privado com o público é a própria
praga que alimenta a corrupção: a vida pública é parasitada por
afetos privados que nem precisam ser escusos porque, "afinal",
a família é o que mais importa aos "homens de bem". Não
é?
Tudo
isso era triste. E chegou a vez do deputado Jair Bolsonaro, que
disse: "Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra,
o pavor de Dilma Rousseff''.
Carlos
Ustra foi chefe do DOI-Codi de 1970 a 1974. Agitando o espantalho de
um sociopata torturador, Bolsonaro quis apavorar Dilma Rousseff, a
torturada que resistiu à tortura.
Jair
Bolsonaro se confundiu. O grito do torturado já vale mais do que a
palavra e o ato de qualquer torturador. E o silêncio do torturado é
a vitória final sobre o torturador. Ustra não é o pavor de Dilma.
Dilma é o pavor de Ustra.
Bolsonaro
deve ter pensado que um bom número de deputados acharia graça. A
única reação será a de Jean Wyllys? Noemi Jaffe tuitou: Bolsonaro
homenagear Ustra é como um neonazista homenagear Mengele, que
torturou minha mãe.
No
domingo, consternado pela explosão de afetos privados dos deputados,
eu era indeciso entre a decepção com os anos de PT e a perplexidade
diante do que seria, como disse o ministro Barroso, a "alternativa".
Não
mudou nada. Mas sei reconhecer o fascismo quando ele tenta falar
alto. E essa é uma feiura contra a qual, desde pequeno, aprendi que
é preciso resistir.
Em
1947, Albert Kesselring, comandante das forças nazistas de ocupação
na Itália, foi condenado à morte por crimes de guerra. A sentença
foi transformada em prisão perpétua.
Em
1952, Kesselring, doente, saiu da prisão. Foi celebrado como herói
pelos neonazistas e declarou que ele tinha sido tão bom com os
italianos que eles deveriam lhe erigir um monumento.
Piero
Calamandrei, resistente, jurista, escritor, um dos fundadores do
Partido de Ação (não comunista), escreveu um poema, que dedico
agora a Bolsonaro:
"Você
o terá, camarada Kesselring, / o monumento que você pede de nós,
italianos. / Mas com qual material será construído, / isso a gente
decidirá. / Não será com as pedras chamuscadas / das aldeias que
foram supliciadas por teus exterminadores. / Não será com a terra
dos cemitérios / onde nossos jovens companheiros / descansam
serenos. / Não será com a neve inviolada das montanhas / que
durante dois invernos te desafiaram. / Não será com a primavera
destes vales / que te viram fugir. / Mas será com o silêncio dos
torturados, / mais duro que qualquer pedregulho; / será com a rocha
deste pacto / jurado entre homens livres / que voluntários se
reuniram, / por dignidade e não por ódio, / decididos a redimir a
vergonha e o terror do mundo."
*
Italiano, psicanalista, doutor em psicologia clínica e escritor.segunda-feira, 18 de abril de 2016
Maioria da bancada paraense vota em favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff
Dos 17 deputados federais do Estado do Pará, dez
votaram pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, seis pelo não e um se absteve
de votar.
Os parlamentares paraenses que disseram sim ao impedimento
da presidente são Arnaldo Jordy (PPS), Éder Mauro (PSD), Francisco Chapadinha (PTN),
Hélio Leite (DEM), Joaquim Passarinho (PSD), José Priante (PMDB), Josué
Bengtson (PTB), Júlia Marinho (PSC), Nilson Pinto (PSDB) e Vladimir Costa (SD).
Votaram contra o impeachment
os deputados Beto Faro (PT), Edmilson Rodrigues (Psol), Elcione Barbalho
(PMDB), Lúcio Vale (PR), Simone Morgado (PMDB) e Zé Geraldo (PT). O deputado Beto
Salame (PP) optou em não votar, preferindo a abstenção.domingo, 17 de abril de 2016
Encerra em 29 de abril prazo para entrega de declaração de IR
O prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda
2016 (ano-base 2015) termina às 23h59min59seg do dia 29 de abril.
Se for a 0 hora de 30 de abril, já é considerado
atraso, e o contribuinte terá de pagar multa de 1% do imposto devido ao
mês. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20% do imposto devido.
Se deixar para a última hora, há risco de a página
da Receita Federal congestionar e não conseguir entregar o documento. Também
pode faltar algum documento e não haver tempo suficiente para conseguir obter
uma nova via.
Neste ano, é obrigado a declarar Imposto de Renda o
brasileiro que, em 2015, morava no país e se encaixou em qualquer uma das
situações abaixo:
Recebeu mais de R$ 28.123,91 de renda tributável no
ano (salário, por exemplo); ganhou mais de R$ 40 mil isentos, não tributáveis
ou tributados na fonte no ano (como indenização trabalhista); teve ganho com
venda de bens (casa, por exemplo); comprou ou vendeu ações em bolsas; recebeu
mais de R$ 140.619,55 em atividade rural (agricultura, por exemplo) ou tem
prejuízo rural a ser compensado no ano calendário de 2015 ou nos próximos anos;
era dono de bens de mais de R$ 300 mil; vendeu uma casa e comprou outra num
prazo de 180 dias, usando isenção de IR no momento da venda. A Receita espera
receber 28,5 milhões de declarações.
O contribuinte pode escolher o modelo completo ou o
simplificado para enviar sua declaração. Na opção pelo simplificado, é aplicado
o desconto padrão de 20% (independentemente de gastos com saúde e educação, por
exemplo). O limite para esse desconto de 20% é de R$ 15.880,89.
O sistema da Receita,
no momento do preenchimento da declaração, indica a melhor opção para cada
contribuinte. O caminho é começar pela completa, ver o resultado, migrar para a
simplificada e comparar. (Fonte: DOL)sexta-feira, 15 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Publicom qualifica profissionais da comunicação no sul do Pará
Fotos: Sidney Oliveira

A troca de conhecimento que proporciona capacitação profissional e garante à população informação de qualidade foi o mote do Publicom – Encontro de Comunicação Pública, que a Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) promoveu em Redenção, no sul do Pará, nos últimos dias 11 e 12. O evento reuniu 206 profissionais da região, entre assessores, jornalistas e estudantes, num debate sobre os desafios de ser comunicador na Amazônia.
“Trocamos muito conhecimento com essa equipe
profissional. Existe um clamor dos comunicadores nesta região, por estarmos
distante dos centros administrativos e políticos, e iniciativas como essa nos
trazem novos horizontes”, declarou o jornalista Waldyr Silva, 65 anos, de
Parauapebas, no sudeste paraense, que tem 30 anos de profissão, assessor de
comunicação da Câmara de Vereadores de Parauapebas.
O número de inscritos em Redenção foi recorde. “O
Publicom está crescendo a cada edição. Já fizemos três fora de Belém. É uma
ação pública do Governo do Estado que transcende qualquer tipo de caráter
político e partidário, e a gente se sente muito feliz em participar, pois
estamos aprimorando a comunicação no estado e, quem sabe, no futuro poderemos
construir uma rede pública de comunicação que atenda a todos os profissionais
paraenses”, disse o diretor de Jornalismo da Secom, Paulo Silber.
Na manhã de terça-feira (12), a jornalista Priscilla
Amaral, repórter e apresentadora da TV Record Belém, compartilhou experiências
profissionais com o público. “Fazer jornalismo nesta região é difícil, seja por
ideologias, seja por limitações geográficas. E o Publicom é uma forma de
mobilizar e integrar a classe. Todo mundo precisa de comunicação, mas na hora
de valorizar nem todo mundo valoriza, e conhecimento, seja qual for, é sempre
importante em qualquer lugar”, enfatizou.
Correspondente do jornal “A Notícia” em Santa Maria
das Barreiras, Domingos Ribeiro revelou ter aprendido novas técnicas nas
oficinas de Assessoria de Imprensa e Comunicação Digital. “Isso é uma escola de
conhecimentos para a nossa área. A gente só ganhou formas para aprimorar e
melhorar o que já sabemos fazer. Parabenizo a equipe do Publicom, que nos
trouxe esta preciosidade para o município de Redenção”, afirmou.
O social media Vinicius Monteiro ministrou a oficina
Comunicação Digital, que foi uma das mais procuradas. “Foi uma satisfação
enorme participar da organização do Publicom e principalmente poder ministrar
uma oficina dentro da programação do evento. Fiquei surpreso e muito feliz em
ver a sala cheia nos dois dias em que a oficina foi ofertada. Foi incrível
poder passar um pouco da experiência que adquiri trabalhando esses três anos
com as redes sociais do governo. Tenho certeza que a troca de conhecimento vai
mudar um pouco a vida de cada uma das pessoas que tiveram a oportunidade de
participar do Publicom Redenção”.
Esta é a segunda vez que um município do sul do
estado recebe o Publicom. Em abril de 2015, Xinguara foi sede do primeiro
encontro. Dois meses depois, aproximadamente 130 profissionais e
estudantes de Bragança, na Região do Caetés, tiveram a troca de experiências.
Na primeira edição, em setembro de 2013, o Publicom reuniu mais de 160
assessores de imprensa em Belém e teve a participação de especialistas
nacionais. O próximo encontro será na capital, nos dias 2 e 3 de maio.
A cerimônia de
abertura do encontro, na manhã de segunda-feira (11), contou com as presenças
do prefeito do município, Carlo Iavé; do vice-presidente da Associação dos
Profissionais de Comunicação do Sul do Pará (Apcom), Lourivan Gomes; do diretor
geral da Adepará, Luciano Guedes; além de representantes da Secretaria de
Estado de Comunicação (Secom), organizadora do evento. (Tatiane Dias / Secom)segunda-feira, 11 de abril de 2016
Cientistas chineses anunciam criação de embriões humanos imunes ao HIV
Uma equipe de cientistas da Universidade de Medicina
de Cantão, no Sul da China, anunciou que conseguiu criar embriões humanos
resistentes ao vírus HIV, por meio de modificação genética.
Segundo o coordenador da equipe, Fan Yong, os testes
feitos em 26 embriões "defeituosos e inaptos a tratamentos de
fertilidade" permitiram criar quatro embriões imunes ao HIV, enquanto os
restantes mostraram mutações "não planejadas", informou um jornal oficial.
O trabalho foi publicado no último número do Journal
on Assisted Reproduction and Genetics e detalha que todos os embriões foram
destruídos no espaço de três dias.
É a segunda vez que um grupo de médicos chineses
causa controvérsias com experiências sobre a modificação genética de embriões.
No ano passado, uma equipe da Universidade
Zhongshan, também em Cantão, disse ter conseguido alterar pela primeira vez na
história o genoma humano em embriões. (Fonte:
Agência Brasil)
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Morre escritora e membro da Academia Imperatrizense de Letras
Neneca Motta Mello, 85 anos de idade, membro da
Academia Imperatrizense de Letras (AIL), colaboradora do jornal "O
Progresso", apresentadora de programas de TV e rádio, escritora, pintora e
música, foi sepultada no último domingo (3), em Serra Negra (SP).
Dona Neneca desenvolveu intenso trabalho sociocomunitário,
jornalístico e cultural em Imperatriz e em cidades de São Paulo e de seu estado
natal, Minas Gerais.
Dona
Neneca (1930 - 2016)
Neneca Mello amava Imperatriz durante os 13 anos em
que viveu na cidade, tempo suficiente para fazer muitos amigos, lançar livro,
escrever muitos textos em jornal, falar em programas de rádio, fazer-se ver e
ouvir na televisão e ser exemplo. Conselheira, amiga e realizadora de serviços
humanitários, cujo espírito e prática ela já desenvolvera em outras cidades
onde morou, em Minas Gerais e São Paulo, onde o bem que ela fazia era sempre
bem feito.
Escritora, pintora, música, jornalista e radialista,
Neneca Mello morreu na noite de sábado (2), em hospital de Campinas (SP), após
complicações cardiorrespiratórias. O corpo dela foi enterrado junto ao do
marido, em Serra Negra (SP), cidade localizada a cerca de 80 quilômetros de
Campinas e onde o casal morou por muitos anos.
Dona Neneca tomou posse como membro efetivo da AIL
em 19 de julho de 1991, numa concorrida solenidade. Ocupava a cadeira nº 18,
que tem como patronesse Luzia Ayres de Carvalho Maranhão, respeitada escritora
e professora sul-maranhense. (Com
informações de Edmilson Sanches)
domingo, 3 de abril de 2016
Encontro de Comunicação Pública do Estado do Pará - Publicom
Após o sucesso de Xinguara em 2015, o Publicom
retorna à região sul do Pará. Agora, a cidade de Redenção vai receber o evento
nos dias 11 e 12 de abril, com palestras e oficinas de qualificação voltadas a
profissionais e empresários do ramo da comunicação.
Promovida pela Secretaria de Estado de Comunicação
(Secom), a programação do Publicom (Encontro de Comunicação Pública do Estado
do Pará) inclui palestras e oficinas sobre temas importantes no universo
comunicacional, como a comunicação digital no setor público, fotografia,
assessoria de imprensa e cerimonial. O objetivo é oferecer aprimoramentos para
o público interno e externo do Governo do Estado, como assessores, estagiários
e parceiros.
A primeira edição da Semana de Comunicação Pública
do Estado do Pará ocorreu em setembro de 2013, em Belém, com a
participação de mais de 160 assessores, bem como de especialistas nacionais,
como Conrado Adolpho, Marcelo Vitorino e Martha Gabriel.
Em Redenção, entre os profissionais
convidados estão a jornalista Priscilla Amaral, apresentadora da TV Record
Belém, que vai falar sobre a sua trajetória e abordar temas como jornalismo
comunitário, Amazônia como notícia e a relação entre a assessoria e imprensa,
além da presença do secretário de estado de Comunicação, Daniel Nardin. O evento
vai ser realizado na Casa da Amizade, localizada na Rua 38, s/n, Setor
Independência.
Programação
Dia 11 (segunda-feira)
Às 9 horas: abertura, com Daniel Nardin (Secom) / Apresentação
Tatiane Dias / Representantes locais / diretor Antonio Neto (DCI) e diretor
Paulo Silber (Djor)
Às 14 horas: oficinas Assessoria de Imprensa, com
Tatiane Dias; Comunicação Digital, com Vinicius Monteiro; Cerimonial, com
Reginaldo Teles; e Fotografia, por Sidney Oliveira
Dia 12 (terça-feira)
Às 9 horas: Palestra com a jornalista Priscilla
Amaral
Às 14 horas: oficinas Assessoria de Imprensa,
Tatiane Dias; Comunicação Digital, com Vinicius Monteiro; Cerimonial, Reginaldo
Teles; e Fotografia, com Sidney Oliveira
Inscrições gratuitas: https://doity.com.br/publicom-redencao
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