quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Deputado anuncia nomeação de bispo no Estado do Pará

O deputado federal Miriquinho Batista (PT-PA) anunciou nesta quarta-feira (9), na tribuna da Câmara dos Deputados, a consagração como bispo de dom José Maria, ocorrida no dia 5 de outubro último. Segundo o parlamentar, esta é a segunda vez que um paraense foi nomeado bispo pelo Papa Francisco. O outro é o santareno dom Gilberto Pastana, da Diocese de Imperatriz, no Maranhão.
Dom José Maria assessora o trabalho de animação vocacional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nos estados do Pará e Amapá.
“Parabenizo dom José Maria pela consagração, que tem um significado muito importante. Este homem dedica sua vida a Deus. Seu serviço passa a ter a dedicação exclusiva a Deus, para a honra e a santificação de seu nome. Não é pouca coisa, é algo extremamente sério e profundo”, declarou Miriquinho Batista.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Novo Encanto realiza 1º Festival das Flores em Parauapebas

Teve início nesta quarta-feira (9), e vai até terça-feira (15), na Praça de Eventos, em Parauapebas, o I Festival das Flores. O evento é promovido pela Oscip (Organização Social Civil de Interesse Público) Novo Encanto, que chegou recentemente à cidade.
Segundo o monitor Raimundo André Rodrigues de Sousa, o 1º Festival das Flores será o pontapé inicial de muitos eventos que a Oscip promete realizar no município. Ele revela que o objetivo do festival é arrecadar recursos financeiros para alavancar outros projetos da entidade.
“Teremos flores de todos os valores e tipos para presentear amigos e amigas, familiares, namorados e namoradas e demais pessoas queridas”, explica Raimundo André, chamando a atenção para que se dê flores para as pessoas enquanto elas estão vivas e podem sentir o perfume e a emoção de recebê-las.
Durante o evento, a Praça de Eventos contará com diversos estandes expondo flores e plantas ornamentais para serem comercializadas pela equipe da Novo Encanto. (Fonte: Francesco Costa)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Prefeito assina contrato para construção de mais de mil unidades habitacionais

Representantes da Prefeitura de Parauapebas, Caixa Econômica Federal e da Construtora Qualy Fast assinam contrato nesta quarta-feira (9) para a construção de 1.008 unidades habitacionais que integram a primeira etapa do Programa Habitacional Morro Alto Bonito. As obras devem iniciar ainda neste mês de outubro.
A assinatura do contrato será realizada no Auditório I do Centro Administrativo da Prefeitura, às 15 horas, com a presença do prefeito Valmir Mariano e da secretária municipal de Habitação, Maquivalda Barros.
Antes da assinatura, a secretária vai explanar sobre o histórico das questões habitacionais em Parauapebas e apresentará um levantamento dos investimentos realizados nessa área. Maquivalda vai também compartilhar informações sobre a segunda etapa do Projeto Morro Alto Bonito, que atenderá a mais 1.400 famílias. (Assessoria de Comunicação da Prefeitura)

Planejamento: sai Célio Costa e assume Peterson Pacheco

A Prefeitura de Parauapebas comunica que a Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão não está mais sob a coordenação do economista Célio Costa. O economista encaminhou uma carta ao prefeito Valmir Mariano solicitando o desligamento e o prefeito aceitou o pedido. O servidor Peterson Leal Pacheco, então secretário adjunto de Planejamento, assume interinamente a pasta.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Mulheres distribuem flores em comemoração aos 7 anos da Lei Maria da Penha

Fotos: Anderson Souza
Dezenas de mulheres ligadas às secretarias do governo municipal, assim como ao Conselho Municipal da Mulher, entregaram na tarde do último sábado (5) milhares de flores aos homens que passavam dirigindo veículo ou a pé no cruzamento das ruas E e 10, Bairro Cidade Nova, em Parauapebas.
O ato, organizado pela Secretaria Municipal da Mulher (Semmu), lembra os sete anos de existência da Lei Maria da Penha, que defende os direitos da mulher. Além das flores, foi entregue também igual número de bandanas, adesivos, ventarolas (espécie de leque) e folhetos informativos sobre o combate da violência contra a mulher.
Presentes ao evento, a vice-prefeita Ângela Pereira e a secretária municipal da Mulher, Terezinha de Jesus dos Santos, comportaram-se como grandes entusiastas na entrega das flores e dos demais materiais na Blitz das Flores, contagiando com alegria a todas as mulheres que participavam do movimento.
Segundo afirmou Ângela Pereira, o prefeito Valmir Mariano tem um grande respeito pelas mulheres deste município, e por isso ele prioriza políticas públicas de interesse a este importante segmento. “Estou aqui para reforçar o pensamento deste governo”, frisou.
“Nesta demonstração de carinho que estamos fazendo com os homens, queremos lembrar que a Lei Maria da Penha, ao longo destes sete anos, vem fazendo com que as mulheres sejam mais encorajadas e respeitadas, denunciando seus eventuais agressores”, destaca Terezinha de Jesus.
“É importante enfatizar que o homem não é mais e nem menos que a mulher, mas igual a ela, e por isso ele deve tratar a sua companheira com respeito e igualdade”, sugere Maria do Carmo Oliveira Pereira, coordenadora de Projetos da Semmu, ratificando que a Lei Maria da Penha não foi criada para punir o homem, mas o agressor.
De acordo ainda com Maria do Carmo, as flores entregues aos homens significam uma representação simbólica que as mulheres devem ser tratadas como flores, com carinho e amor. “No próximo mês de novembro, a Semmu vai promover 16 dias de ativismo com ações voltadas para combater a violência contra mulher em Parauapebas”, revela.
Antonio Pedro de Alencar, que recebeu uma rosa no semáforo da Rua E com a Rua 10, agradeceu em rápidas palavras pelo presente e prometeu entregá-la à esposa dele com muito carinho, “pois ela é uma companheira que sempre esteve ao meu lado”. (Waldyr Silva/Ascom PMP)

sábado, 5 de outubro de 2013

Rede

by J.Bosco

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

CLASSIFICADOS

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Servidores públicos de Parauapebas participam de capacitação ao Programa Brasil Transparente

Fotos: Waldyr Silva

Mais de 20 servidores públicos dos municípios de Parauapebas, Xinguara e Redenção participaram, durante dois dias (segunda e terça-feira, 1º e 2), de uma capacitação sobre o programa Brasil Transparente, ministrada por Edgard Oliveira, analista de finanças e controle da Controladoria Geral da União (CGU), regional do Pará.
De Parauapebas, participaram do treinamento os servidores Joabe Luz (Controladoria Geral do Município), Waldir Silva (Assessoria de Comunicação) e Welison Rodrigues (Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação).
Durante os dois dias, os servidores municipais tomaram conhecimento de detalhes sobre a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, conhecida por Lei de Acesso à Informação (LAI); Lei Complementar 131/2009, que instrui sobre a transparência nos gastos públicos como instrumento democrático; Portal da Transparência; e Serviço de Informação ao Cidadão.
Criado pela CGU por meio da Portaria nº 277, de 7 de fevereiro de 2013, o programa Brasil Transparente prevê ações de capacitação com o objetivo de, entre outros, conscientizar e capacitar servidores públicos para que atuem como agentes de mudança na implementação de uma cultura de acesso à informação.
Até o momento, mais de dois mil servidores municipais e estaduais foram capacitados presencialmente pelas unidades regionais da CGU nos estados, alcançando 313 entes em 264 cidades em todo o país. O programa também disponibiliza, desde setembro, a segunda turma de capacitação à distância, com conteúdo sobre a Lei de Acesso à Informação dirigido a servidores, por meio da Escola Virtual da CGU, com capacidade para 1.500 alunos por turma.
Adesões
Segundo informou Edgard Oliveira, mais de mil interessados, entre municípios, estados e entidades dos três poderes, já aderiram ao Brasil Transparente nos nove meses de existência do programa. Até o dia 24 de setembro, houve 1.080 adesões. Dessas, 28% estão situadas na região Nordeste, 29% no Sul, 22% no Sudeste, 10% no Norte e 11% no Centro-Oeste.
Entre os que aderiram ao programa, a maior parte (830) é de municípios com menos de 50 mil habitantes. Conta-se também com a adesão de nove estados brasileiros (Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Piauí, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins).
No Estado do Pará, 31 municípios aderiram ao Brasil Transparente, entre estes Parauapebas, Xinguara, Redenção, Água Azul do Norte, Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Eldorado do Carajás, Ourilândia do Norte, Pau D’Arco, Rio Maria, Santa Maria das Barreiras e Tucumã. (Waldyr Silva/Ascom PMP)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Festival das Flores

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Blitze na Rodovia PA 275 e no entorno da Feira do Produtor vêm melhorando visual da cidade

As blitze semanais que vêm sendo efetuadas há mais de um mês no trecho urbano da Rodovia PA 275 e nas vias públicas do entorno da Feira do Produtor, em Parauapebas, estão melhorando o visual da cidade, organizando, ou mesmo retirando do local, barracas que comercializam alimentos e caminhões que estacionam e vendem frutas no meio da rua.
As operações de orientação e fiscalização estão sendo executadas todas as quintas e sextas-feiras na Rodovia PA 275 e na parte externa da Feira do Produtor, respectivamente, por agentes do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT) e do Detran; e fiscais de tributos, de posturas e de vigilância das secretarias de Fazenda (Sefaz), de Serviços Urbanos (Semurb) e de Saúde, com apoio da Polícia Militar.
Antes das operações, era constante a presença de caminhões estacionados durante horas para descarregar e até mesmo comercializar frutas no entorno da Feira do Produtor, dificultando o tráfego de pedestres e também dos veículos que circulam na Rua 14, no trecho compreendido entre a Rua E e Rua A, no Bairro Cidade Nova.
Agora, o tráfego de veículos e de pessoas já começa a fluir ao redor da feira sem dificuldade, graças às orientações dos agentes e fiscais, que orientaram comerciantes, notificaram algumas irregularidades e determinaram a retirada de veículos e de barracas que estavam obstruindo a passagem de pedestres.
Além de desafogar o tráfego de veículos ao redor da feira, a operação dos fiscais visa também combater a concorrência desleal praticada por vendedores de outros municípios com os comerciantes regulares de Parauapebas. A maioria dos comerciantes de fora não apresenta documento fiscal que comprove a origem do produto, fato que evidencia sonegação de tributos para o município.
Com relação à fiscalização na área urbana da Rodovia PA 275, os fiscais de tributos e de vigilância sanitária vêm proibindo comercialização de frutas e de tijolos na via pública sem autorização e orientando a esses comerciantes que se regularizem junto aos órgãos competentes.
As secretarias envolvidas nas ações pensam em montar barreiras de fiscalização na Rodovia PA 275, à altura do campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), para conferir a origem de produtos que entram no mercado de Parauapebas. Para isso, a Procuradoria Geral do Município está buscando embasamento legal e a competência de cada órgão fiscalizador para executar a ação em barreira.
Os representantes dos órgãos de fiscalização garantem que as blitze vão continuar esporadicamente sendo executadas não somente ao redor da Feira do Produtor e na PA 275, mas também em pontos estratégicos da cidade, com o objetivo de fazer com que o tráfego de veículos e de pessoas flua sem obstáculos, proporcionando trânsito seguro e sem acidentes, além de fiscalizar se os produtos oriundos de outros municípios são acompanhados de suas respectivas guias de transporte ou nota fiscal. (Waldyr Silva/Ascom PMP)

domingo, 29 de setembro de 2013

Xinguara sedia capacitação referente ao Programa Brasil Transparente

Acontece nesta segunda e terça-feira (30/09 e 01/10), em Xinguara, capacitação presencial referente ao Programa Brasil Transparente, que tem por objetivo apoiar estados e municípios na implementação da Lei de Acesso à Informação, Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, no incremento da transparência pública e na adoção de medidas de governo aberto.
O Programa Brasil Transparente foi criado pela Controladoria Geral da União (CGU), por meio da Portaria nº 277, de 7 de fevereiro de 2013.
No âmbito do referido programa, estão previstas ações de capacitação com o objetivo de, entre outros, conscientizar e capacitar servidores públicos para que atuem como agentes de mudança na implementação de uma cultura de acesso à informação, com a abordagem dos seguintes temas: a) Lei de Acesso à Informação – LAI (Lei nº 12.527/11); b) Portal da Transparência; e c) Serviço de Informação ao Cidadão.
Programação
Dia 30, às 13 horas: credenciamento
14 horas: solenidade de abertura
Das 14h30 às 18h30: capacitação do módulo I - Lei nº 12.527/11 (Lei de Acesso à Informação): princípios, abrangência, dever do estado e direitos do solicitante.
Dia 1º, das 9 às 12 horas: continuação do módulo I
Das 13 às 16 horas: capacitação do módulo II - Portal da Transparência: obrigatoriedade legal, requisitos necessários e exposição de boas práticas.
Das 16 às 18 horas: capacitação do módulo III - Serviço de Informação ao Cidadão: SIC e e-SIC.
18 horas: encerramento, com entrega de certificados.

sábado, 28 de setembro de 2013

Mandante da morte de Dorothy Stang já cumpriu pena em regime fechado exigida por lei

Julgado pela quarta vez e condenado a 30 anos de prisão pela 2ª Vara do Tribunal de Júri de Belém por ter sido o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, ocorrida em fevereiro de 2005 em Anapu (PA), o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, já não tem mais pena a cumprir. Preso desde abril de 2005, ele já usufrui o benefício do regime semiaberto – só dorme na prisão – por ter cumprido um sexto da pena. Na prática, ele ficou cinco anos preso.
Além disso, os advogados poderão recorrer mais uma vez da sentença e pedir a realização de um quinto julgamento. Nos quatro julgamentos a que foi submetido até agora, o fazendeiro foi condenado três vezes e absolvido uma única vez.
“Fica uma sensação de que a lei não pune. Ao mesmo tempo em que a condenação de 30 anos passa uma imagem que se fez justiça, pela lei ele só precisa cumprir um sexto desta pena. Ou seja, cinco anos de prisão e já passou para o regime semiaberto. Num crime tão grave como este, os acusados ficaram pouco tempo atrás das grades e estão todos soltos”, afirma José Batista, advogado da Comissão Pastoral da terra (CPT).
Batista afirmou que o fato de Bida ter sido submetido a quatro tribunais do júri é uma demonstração de ineficiência da Justiça brasileira, do desempenho ruim do Judiciário na punição.
“Mesmo que tenha sido julgado quatro vezes, ainda poderá tentar um quinto julgamento. É um absurdo. Não conheço caso igual”, afirma José Batista.
Segundo o promotor do caso, Edson Cardoso de Souza, não dá para dizer que houve impunidade, pois ele cumpriu o tempo de pena exigido pela Lei de Execuções Penais. Ele explica que na hipótese de Bida ser absolvido num quinto julgamento e ele for considerado definitivo, haveria ainda a possibilidade de o fazendeiro exigir indenização do estado pelo tempo em que ficou preso.
O advogado da CPT afirma que de 800 mortes ocorridas no campo, em quatro décadas, apenas 4% foram julgadas. Para ele, a violência no campo só diminuiu porque não há pressão dos movimentos sociais para a criação de assentamentos de reforma agrária, mas conflitos seguem ocorrendo.
“Antes tínhamos de 10 a 15 ocupações de terra por ano. Agora, uma ou duas. A pressão agora está sobre comunidades ribeirinhas, agricultores que vivem do extrativismo e indígenas, pois os madeireiros seguem avançando sobre áreas que estavam protegidas e os criadores de gado querem aumentar a produção ocupando mais terras. Temos ainda grandes obras, como projetos de mineração, hidrelétricas, hidrovias e ferrovias que atraem para o Pará milhares de migrantes pobres e sem qualificação”, explica o advogado.
Marjorie Marona, pesquisadora do Observatório da Justiça Brasileira (OJB) e do Centro de Estudos Sociais para a América Latina, afirmou que a legislação penal e processual brasileira precisa se adequar a um novo contexto, para que fique em consonância com o anseio da população e da opinião pública.
“Não se trata de ampliar penas indiscriminadamente ou abrir mão de garantias fundamentais de defesa, mas de levar em conta que o Judiciário não consegue mais atuar devido a entraves processuais, e isso afeta negativamente a sociedade”, diz Marjorie Marona.
A pesquisadora afirma que é preciso repensar a democratização da Justiça, mas essa mudança depende também de reformas a serem aprovadas no âmbito do Legislativo.
“No campo penal fica muito evidente essa necessidade. Isso contribui para um cenário de impunidade”, afirma. (Cleide Carvalho)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Rede Vazoli inaugura franquia em Parauapebas nesta segunda-feira

O Estado do Pará ganha a primeira franquia da rede Vazoli, facilitadora de crédito. A unidade será inaugurada nesta segunda-feira (30) na Rua Santa Maria nº 133 (entre as ruas Sol Poente e Marabá), Bairro da Paz, em Parauapebas.
A marca, que já se consolidou como uma das principais redes de serviços financeiros do país, oferece linhas de créditos com taxas especiais, geralmente abaixo das praticadas no mercado.
Com o setor bastante aquecido devido ao grande investimento e atuação da Vale e demais empresas contratadas, a cidade possui a maior renda per capita do estado e, ultimamente, vem ultrapassando a capital em arrecadação. Pesquisas revelam que durante alguns meses deste ano Parauapebas foi o município que mais exportou, superando São Paulo (SP), e que também teve o maior superávit comercial.
Neste cenário de boas perspectivas, os investidores Reimon de Andrade do Nascimento e José Alberto da Silva Viana apostam na cidade e instalam a Vazoli para atender à população e empresários locais. “Nossa franquia se destacará por oferecer produtos de um mercado em constante expansão e também pelo atendimento qualificado da equipe, sempre com o objetivo de superar as expectativas de nossos clientes e fidelizá-los. Além de taxas de juros bem competitivas em relação aos concorrentes, nosso diferencial é a localização acessível”, explica Reimon Nascimento.
A unidade vai atuar com empréstimos para aposentados e pensionistas do INSS e servidores públicos, com foco no nicho em potencial que são os empregados da Vale e demais contratadas para empréstimo consignado. Além disso, vai ofertar crédito pessoal, crédito imobiliário – financiamento e refinanciamento e seguro de vida.
A Vazoli trabalha em parceria com as principais instituições financeiras do Brasil: Grupo BMG, BCV, Cifra, BV, Bradesco, BGN, Banco do Brasil, Crefisa, BM Sua Casa e Panamericano, garantindo as melhores taxas do mercado. A marca, com mais de 50 unidades e grande fluxo de serviços, já se consolidou como uma das principais redes de serviços financeiros do país, com um histórico positivo entre seus franqueados e clientes.
A Vazoli Parauapebas também vai abranger as cidades de Canaã dos Carajás e Curionópolis, localizadas a 65 km e 30 km, respectivamente.
Histórico
Fundada em Severínia, interior de São Paulo, a Vazoli atua no segmento de crédito desde 2008, e se consolidou no mercado por meio do profissionalismo e ética de seus colaboradores. Em 2011, sentindo o grande potencial da marca e já com 10 unidades, a Vazoli entrou para o sistema de franchising e iniciou um processo de expansão acelerado. Hoje, a franquia está presente em todo Brasil e com alto índice de procura em diversas regiões. Encerrou 2012 com 44 unidades em funcionamento e 16 em fase de implantação. Em 2013, lançou o projeto de máster-franqueado para diversas regiões do país, e tem como meta fechar o ano com 100 unidades vendidas.
Com um crescimento contínuo e estratégico, a franquia se consolidou como uma das mais competentes redes de serviços financeiros do mercado, proporcionando aos franqueados treinamentos e consultoria especializada, assegurando maior rentabilidade para seus franqueados e oferecendo os melhores negócios ao cliente final. (Lucas Manoel / Assessoria de Imprensa / Lacerda Comunicação)

Vagas de emprego no Sine de Parauapebas (27-09)

A Agência do Sistema Nacional de Emprego (Sine) disponibiliza para esta sexta-feira (27), na sala de encaminhamento, as seguintes vagas em Parauapebas, com experiência comprovada:
Agente de cobrança
Auxiliar administrativo
Babá
Doméstica
Eletricista
Garçonete
Lavador de carro
Motoboy
Operador de empilhamento
Porteiro
Técnico de eletrônica
Técnico gráfico
Vendedores externo e interno

Interessados devem procurar a Agência do Sine na Rua 11, entre as ruas D e E, Bairro Cidade Nova, ou telefonar para (94) 3346-2971, Parauapebas (PA).

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

‘Ritual do Santo Daime deve ser examinado à luz de um direito fundamental’, diz juiz federal

O juiz federal Jair Araújo Facundes (foto) dedicou os últimos dois de seus 43 anos a realizar uma pesquisa para dissertação de mestrado em que aborda aspectos relacionados aos direitos fundamentais a partir do estudo de uma reivindicação concreta do direito à liberdade consubstanciada no caso ayahuasca.
Trata-se do controvertido uso ritual de uma bebida psicoativa, mais conhecida como Santo Daime, que contém uma substância, o alcalóide dimetiltriptamina (DMT), proibida em tratado internacional e na legislação de vários países.
Titular da 3ª Vara da Seção Judiciária do Acre, Jair Facundes examina decisões proferidas no âmbito administrativo e judicial e conclui que permitir ou negar o exercício de uma prática religiosa somente se justifica quando amparada por uma teoria política mais ampla acerca de como os bens, espaços e liberdades escassos devem ser ordenados no interior de uma comunidade política que busca se organizar por princípios que garantam a todos a mesma consideração e o mesmo respeito por parte do governo e da comunidade.
Em certa medida a pesquisa é sobre um processo registrado em 1974, em Rio Branco, envolvendo Leôncio Gomes, dirigente do centro original da doutrina do Daime, que foi intimado pela Polícia Federal para que se abstivesse de fazer uso da bebida psicoativa de origem indígena, feita a partir do cozimento de duas plantas, conhecidas, entre outros nomes, por ayahuasca, yagé, uascar, huni etc.
A notificação policial relatava que várias “organizações altamente especializadas e laudos foram elaborados que comprovam, sem margem de dúvidas, a periculosidade de tal xarope”. Qualificava a bebida como droga, e afirmava que seu uso causa mal “não só físico mas à mente”.
Leôncio Gomes moveu uma ação contra o governo em que pedia à Justiça Federal a proteção do que compreendia como seu direito de praticar livremente sua religião, conforme a liberdade de religião assegurada na Constituição. Argumentou tratar-se de prática religiosa secular entre os indígenas e que, no meio urbano e arredores, contaria com mais de 50 anos de uso, que se tratava de uma religião popular e que nos dias de grandes festejos compareciam as autoridades locais, como governadores, prefeitos, parlamentares federais e estaduais, pessoas de todas as classes sociais, evidenciando que se tratava de uma religião integrada à paisagem moral e cultural da região, sem registro de malefícios à saúde física ou mental de seus adeptos.
O então juiz federal Ilmar Galvão, que posteriormente se tornou ministro do Supremo Tribunal Federal, determinou que a PF explicasse as razões da proibição. A PF justificou que a bebida continha substância capaz de causar dependência psíquica. Juntou três laudos divergentes quanto à composição da bebida. A sentença de Ilmar Galvão reconheceu que os laudos eram imprestáveis tanto para demonstrar a composição química da bebida quanto sua periculosidade ou nocividade.
“Não se sabia se alguma das substâncias proibidas se encontrava presente na bebida, mas a proibição foi mantida, com a afirmação de que a ausência de prova da periculosidade não ensejava a conclusão de que o preparo e uso da bebida fossem lícitos”, lembra o magistrado.
Existem inúmeros estudos (antropológicos, sociológicos, psicológicos, musicais, farmacológicos, químicos, médicos sob várias perspectivas e em várias idades e estados etc) sobre ayahuasca. Porém, a arena onde as batalhas acerca do reconhecimento da legitimidade de seu uso se deu e se dá é no campo do direito. Apesar dessa circunstância, não havia um estudo jurídico que investigasse as decisões em si mesmas, sua estrutura interna, sua lógica e argumentação. Quando muito havia alguma pesquisa que descrevia as decisões, mas não havia uma crítica sistematizada acerca de seu conteúdo.
A pesquisa busca iniciar o debate ao sugerir um referencial a partir do qual o assunto possa ser visto sob um prisma comum, ao afirmar que devem decidir ou propor alguma teoria mais ampla acerca de como as diferenças devem ser tratadas em sociedades complexas.
Jair Facundes, juiz federal há 13 anos, tem mestrado em Constituição e Sociedade pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), em Brasília. Ele integrou o Grupo Multidisciplinar de Trabalho da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), em 2006, que elaborou a resolução que regulamentou o uso religioso da ayahuasca no país e é membro do Grupo de Trabalho Legislação sobre Drogas, do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad/Senad), ligado ao Ministério da Justiça.
A pesquisa fornece elementos capazes de aumentar a qualidade do debate jurídico sobre ayahuasca a policiais federais, delegados, promotores, juízes e agentes públicos com atuação decisiva na questão. Muitos desses profissionais, oriundos de estados fora da Amazônia, se veem obrigados a decidir a cultura local, e o fazem sem maiores elementos e contextualização, adotando pré-concepções e correndo o risco de incorrer em preconceito.
Num resumo, a pesquisa versa sobre o que é um direito fundamental, seja a liberdade religiosa, seja a liberdade de expressão, seja a igualdade etc. Por incrível que pareça, há várias definições que determinam vereditos diferentes. A pesquisa examina o que é um direito a partir de um caso concreto: a ayahuasca.

Deficientes desafiam vereadores a andarem de cadeiras de rodas

Durante sessão ordinária da Câmara Municipal de Parauapebas, ocorrida na última terça-feira (24), os vereadores foram convidados a fazer uma experiência diferente. O desafio foi feito pelo presidente da Associação da Pessoa com Deficiência Física de Parauapebas, Jeovar, que solicitou aos vereadores Josineto Feitosa (PSDC), Bruno Soares (PP), Devanir Martins (PP), Charles Borges (PSD) e Eliene Soares (PT) que andassem de cadeira de rodas da tribuna até a entrada do plenário da Casa.
Para o presidente do Legislativo local, Josineto Feitosa, a experiência foi uma oportunidade de aprender. “Essa lição foi muito importante. Não podemos vê as pessoas diferentes dos que elas são. Realmente, os cadeirantes são vencedores ao conseguirem andar pelas ruas desta cidade”, expressou o vereador.
Bruno Soares, por sua vez, demonstrou a vontade de criar um dia municipal de conscientização da pessoa com deficiência. “Vamos regulamentar um dia de luta da pessoa com deficiência no município, através de projeto de lei”, prometeu o parlamentar.
“Tivemos hoje um exemplo que a própria Casa de Leis não está adequada para as pessoas com deficiência”, reconheceu o vereador Devanir Martins, ao explanar sobre sua experiência de andar de cadeiras de roda. Ele ainda falou que irá solicitar, via requerimento, as adequações necessárias para que a Câmara possa atender a todas as pessoas.
Para o representante do governo municipal, vereador Charles Borges, o verdadeiro deficiente é aquele que vê e não enxerga nada e não tem olhos para a humanidade. “Temos que tirar o chapéu para todos os portadores de deficiências e parabenizar a todas as pessoas que cuidam deles com satisfação”, relatou o parlamentar. 

A vereadora Eliene Soares parabenizou o presidente da Associação da Pessoa com deficiência Física de Parauapebas pela “excelente dinâmica”, pois através dessa experiência pôde refletir sobre a situação dos cadeirantes. “Hoje eu posso andar. Quando estava subindo aquela rampa, se eu quisesse poderia colocar o pé no chão e sair andando, mas não sabemos o dia de manhã, pois antes vocês também podiam andar como a gente”, relatou Eliene Soares.

Os demais vereadores que observaram a ação relataram que, apesar de não terem participado da experiência, absorveram a importância do teste. Para Geovar, o desafio serviu para mostrar o que eles passam diariamente e demonstrar que a Câmara não tem total acessibilidade, como diz o projeto da Casa de Leis. (Renê Silva/Ascom CMP)

PPS no rádio e na TV

O Partido Popular Socialista (PPS) entra no ar nesta quinta-feira (26) em rede nacional de rádio e de TV, no período das 20 às 20h10 e das 20h30 às 20h40, respectivamente, com inserções do partido.

No próximo dia 3 de outubro será a vez do Psol.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Novo marco regulatório da mineração é discutido no MA

Fotos: Aleama

O Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão (Comefc), através da Comissão Especial do Novo Marco Regulatório da Mineração, realizou nesta semana, na Assembleia legislativa do Maranhão, uma audiência pública para discutir melhorias no novo Código de Mineração.
A audiência pública contou com a participação de vereadores, lideranças comunitárias e prefeitos de cidades impactadas pela estrada de ferro no Maranhão.
Os deputados federais Leonardo Quintão (PMDB-MG) e Gabriel Guimarães (PT-MG), membros da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, ouviram as sugestões dos parlamentares e comunidades que defendiam o pagamento de compensações para os municípios maranhenses que sofrem com a atuação da ferrovia.
O autor do requerimento, deputado federal Cleber Verde, defendeu que as discussões sobre o Código de Mineração devem obedecer a consoantes principais: a qualidade de vida nestas comunidades e o meio ambiente. “Estamos lutando por melhorias e adequações. Defendemos aquilo que é justo para o povo do Maranhão; lutamos apenas por desenvolvimento”, afirmou o parlamentar.
Cristiane Damião, presidente do Comefc, informou que o consórcio adquiriu força e, sobretudo, união para que a justiça prevaleça a favor do Maranhão. “Não admitimos discussões isoladas, que se arrastaram por três décadas e só nos trouxeram frustrações. Não queremos um olhar de pena. Queremos autonomia, pois somos nós que cedemos o solo do Maranhão para a ferrovia passar”, concluiu a presidente.
Representando o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, o secretário estadual de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Carlos Nogueira da Costa, destacou algumas mudanças no setor mineral, entre elas a criação do Conselho Nacional de Política Mineral e da Agência Nacional de Mineração. Outro avanço foi a elaboração do novo modelo de aproveitamento de minerais.
Além do vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Barros, também participaram do evento os deputados estaduais Marcos Caldas (PRB), Hélio Soares (PP), Stênio Rezende (PMDB), Eduardo Braide (PMN) e Léo Cunha (PSC); os deputados federais Cleber Verde (PRB), Domingos Dutra (PT), Weverton Rocha (PDT) e Waldir Maranhão (PP); e os vereadores Ivaldo Rodrigues (PDT) e Rose Sales (PCdoB), na condição de representantes da Câmara Municipal de São Luís.
O diretor administrativo do Comefc, Leoncio Lima, afirmou que as mazelas deixadas pela mineradora Vale devem ser compensadas em caráter de urgência. “A melhor forma de ajudar neste momento estas comunidades é entender o sofrimento de 450 mil famílias. O Maranhão está entre um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do nosso país. A mineração deveria deixar desenvolvimento e não pobreza” salientou Leoncio Lima. (Nathalia Virgini)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Inscrições para encontro macrorregional de gestão e municipalidade vão até 2 de outubro

As inscrições para o Encontro Macrorregional de Gestão e Municipalidade vão até o dia 2 de outubro, primeiro dia do evento, que ocorrerá até o dia 4 de outubro, em Araguaína (TO).
Os interessados devem acessar o site da Prefeitura de Araguaína (www.araguaina.to.gov.br) e clicar no banner do evento ou ir direto para o hotsite do encontro (www.araguaina.to.gov.br/emgm).
Na página, o participante pode se inscrever em até uma oficina, de um total de cinco oferecidas com vagas limitadas, e em quantas palestras desejar, de um total de sete. Após preencher a ficha de cadastramento com os dados pessoais, a inscrição segue para o sistema e no dia do evento a pessoa retira o crachá de participação.
Promovido pela Prefeitura de Araguaína, por meio da Secretaria de Captação e Gestão de Recursos, e com o apoio da Prefeitura de Parauapebas (PA), o Encontro Macrorregional de Gestão e Municipalidade reunirá servidores e gestores municipais das regiões norte do Tocantins e sul do Pará e do Maranhão, no período de 2 a 4 de outubro.
Por meio de palestras e oficinas, o evento visa oportunizar aos municípios informações que facilitem e agilizem a captação de recursos, bem como a execução de ações voltadas para a eficiência no atendimento à população.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Em sete anos, Lei Maria da Penha acumula 700 mil ações contra agressores

Exatos sete anos após entrar em vigor, em 22 de setembro de 2006, a Lei Maria da Penha acumula perto de 700 mil procedimentos judiciais contra agressores de mulheres no Brasil, entre atendimentos, medidas de proteção e prisões, segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Até março deste ano, data do último mapeamento, eram 677.987 ações. O CNJ não tem dados atualizados sobre quantas dessas viraram efetivamente processos criminais. A informação mais recente a esse respeito é de 2009, quando, de 400 mil casos, 80% (ou 330 mil) tinham seguido adiante na Justiça, com quase 80 mil sentenças definitivas e nove mil prisões provisórias ou em flagrante.
Expressivos, os números mostram o acerto da lei, mas não escondem que ainda há muito por fazer. As 80 mil sentenças definitivas correspondem a apenas 20% dos casos registrados até 2009. E as prisões equivalem a pouco mais de 2%
Os entraves que impedem a aplicação mais efetiva e universal da lei, segundo quem lida diretamente com o tema, são a carência de varas e de juizados especializados no atendimento a mulheres vítimas de violência. São 66 hoje em todo o país. Para o CNJ, deveriam ser pelo menos 120.
Já as delegacias da Mulher, embora presentes em vários municípios, geralmente não têm estrutura adequada de atendimento, como equipes multidisciplinares (psicólogos, médicos, assistentes sociais) e funcionamento 24 horas.
“Temos delegacias especializadas em todo o país, mas muitas ficam fechadas nos finais de semana e à noite, horários em que as mulheres mais precisam ter referências sobre aonde ir”, relatou a secretária de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, para quem ainda há muito a fortalecer no sistema de proteção à mulher.
Além disso, as instituições diretamente ligadas ao tema detectam falta de agilidade na decretação das medidas de proteção – como obrigação de que determinado homem se mantenha a certa distância da vítima.
Políticas públicas
“As coisas têm mudado, mas não com a rapidez que a mulher deseja. Essa mudança, infelizmente, tem acontecido mais nas grandes cidades. As pequenas ainda não contam com políticas públicas que atendam de maneira satisfatória. A maioria dos estados ainda necessita trabalhar mais essa questão, oferecer equipamentos, principalmente os Centros de Referência da Mulher e as Delegacias da Mulher. Quando existe um destes locais numa determinada cidade, com equipe multidisciplinar preparada para atender vítima de violência, a mulher, que chega muito fragilizada, se sente encorajada a denunciar”, atesta a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, cujo caso deu nome à lei.
Maria da Penha é símbolo tanto da luta contra a violência de gênero quanto da impunidade aos agressores. Em 1983, seu então marido tentou matá-la duas vezes, primeiro a tiros, depois por eletrocução. Devido à sequência de agressões, ela ficou paraplégica. Ele acabaria condenado a oito anos de cadeia, mas ficou preso só dois e está livre até hoje.
No final de agosto, com o encerramento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a violência contra a mulher – solenidade que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff – foram anunciadas novas políticas públicas com o objetivo de ampliar o trabalho de proteção – entre elas a instalação de casas de apoio em todos os estados.
O relatório final da comissão sugeriu 13 projetos de lei, que já estão tramitando na Câmara ou no Senado. Vários foram aprovados em ao menos uma das duas casas. O mais emblemático é o que altera o Código Penal e a Lei dos Crimes de Tortura para incluir a tipificação de um novo crime, intitulado “feminicídio”...