segunda-feira, 22 de julho de 2013

Polícia ainda não tem pistas seguras do matador de Altamiro



Ao entrar com um malote contendo dinheiro no posto de atendimento bancário da Caixa Econômica Federal, anexo ao supermercado Hiper Sena, no Bairro Beira Rio, em Parauapebas, por volta das 11h40 desta segunda-feira (22), o empresário e político Altamiro Borba Soares, 38 anos, foi vítima de latrocínio, assalto seguido de morte, com dois tiros de revólver calibre 38.
Segundo o delegado Thiago Carneiro, um indivíduo atacou o empresário no exato momento em que ele entrava na agência bancária, onde iria depositar certa quantia de dinheiro, e levou o malote de dinheiro. Depois de matar Altamiro, o meliante fugiu do local, mas, segundo a autoridade policial, nenhuma das câmeras instaladas no posto bancário captou imagens do latrocida.
O último adeus ao empresário Altamiro Borba ficou de ser feito à noite durante velório nas dependências da Câmara Municipal de Parauapebas, no Bairro Beira Rio. O enterro da vítima será realizado na manhã desta terça-feira (23) no Cemitério Municipal de Parauapebas, localizado na estrada Faruk Salmen (estrada de acesso à ferrovia), no Complexo Altamira.
Altamiro Borba, que era muito conhecido pela população de Parauapebas, deixa órfãos dois garotos menores de idade e uma filha de 18 anos.
Altamiro era filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), onde foi candidato a vereador e titular da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) por dois anos (2009/2011). Atualmente, ele estava afastado da política e dedicava seu tempo na gerência de postos de combustíveis de propriedade dele e da família.
“Estamos trabalhando na investigação do latrocínio, com apoio da Superintendência Regional de Polícia Civil de Marabá, para identificar, localizar e colocar atrás das grades o responsável ou responsáveis pela execução do empresário”, explicou o delegado Thiago Carneiro.
Curiosamente, como ocorre em todos os casos de mortes violentas, o corpo de Altamiro Borba não foi encaminhado para exame de necropsia no Instituto de Medicina Legal em Marabá. (Vela Preta/Waldyr Silva)

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