Brasília - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, autorizou na última terça-feira (14) o Ministério da Defesa a realizar campanha institucional durante o período eleitoral para divulgar um número de telefone para receber informações da população sobre a localização de restos mortais dos envolvidos na Guerrilha do Araguaia.
De acordo com a legislação, no período eleitoral é proibida a publicidade institucional, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral.
Lewandowski entendeu que a campanha não mostra intenção eleitoreira ou de promoção do atual governo. O Ministério da Defesa informou que não serão utilizados no material da campanha a marca do governo federal, logomarcas ou slogans que façam referência às instituições governamentais.
De acordo com a nota do TSE, Lewandowski ressaltou na decisão que a 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal determinou que a União informasse “onde estão sepultados os restos mortais dos familiares dos autores, mortos na Guerrilha do Araguaia, bem como para que proceda ao traslado das ossadas, o sepultamento destas em local a ser indicado pelos autores, fornecendo-lhes, ainda, as informações necessárias à lavratura das certidões de óbito".
O movimento armado de resistência à ditadura militar foi liderado pelo PCdoB, e aconteceu às margens do rio Araguaia, no sul do Pará (região onde atualmente é o norte do Tocantins, conhecida como Bico do Papagaio), entre a segunda metade dos anos 60 do século passado e a primeira metade da década de 1970.
A resistência heróica sobreviveu a duas expedições militares de grande envergadura do Exército Brasileiro, sendo dizimada apenas na terceira. O confronto aos guerrilheiros foi a maior mobilização de tropas do Exército Brasileiro desde a Segunda Guerra Mundial.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
'O Brasil inteiro me interessa', diz Eike Batista sobre minério
São Paulo e Rio - "O Brasil inteiro me interessa". Com esta frase, o empresário Eike Batista (foto) anunciou esta semana o apetite para compras de reservas de minério de ferro da sua empresa de mineração, a MMX - agora turbinada com capital coreano e com planos de um aumento de capital bilionário. Segundo Eike, todas as regiões do país estão no alvo da empresa, embora no comunicado ao mercado a MMX anuncie foco em Minas Gerais.Em agosto, o empresário já havia alardeado que queria fazer com que a MMX se aproximasse em tamanho da Vale, a maior exportadora de minério de ferro do mundo. Agora, diz que está chegando aonde queria: erguer "uma quase Vale", e com dinheiro em caixa. "Nossa quase Vale fica em pé e muito bem calibrada", declarou Eike em teleconferência na última terça-feira (14).
O presidente da MMX, Roger Downey, informou que a expectativa é que, até 2015, todos os projetos da companhia estejam operando. No anúncio do negócio para a imprensa, Eike ainda aproveitou para provocar concorrentes. Questionado se a MMX irá superar a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em minério de ferro, Eike respondeu: "Benjamin (Steinbruch, presidente da siderúrgica), é bom você acelerar seu processo".
Segundo Eike, o caixa da MMX pode chegar a US$ 2 bilhões com as operações anunciadas de venda de participação da mineradora para a coreana SK Networks e a cisão da LLX, com a compra, pela MMX, da LLX Sudeste. Os recursos serão utilizados para consolidação da unidade de Serra Azul e para executar a produção das minas existentes.
Perguntado se já contratou consultores para a compra de ativos de mineração, Eike também aproveitou para valorizar sua equipe, dizendo que a empresa não precisa desses profissionais "para comprar nada, pois a turma aqui é muito boa."
O empresário anunciou ainda que a EBX poderá ter participação em uma siderúrgica que venha a ser construída por alguma empresa coreana do setor na região do Porto do Açu, no litoral fluminense. De acordo com o executivo, a usina interessaria a empresas como a SK, que terá participação de 11% na MMX, conforme negócio anunciado esta semana, ou à japonesa Hyundai, que participa de divisão de estaleiros da EBX. (Fonte: O Estado de São Paulo)
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
II Seminário Bahá'í Nacional de Mídia em São Paulo
Entre os dias 23 e 24 de outubro será realizado o II Seminário Bahá'í Nacional de Mídia na sede bahá'í de São Paulo. O evento é uma parceria da Assessoria de Comunicação (Ascom) com a Coordenação Bahá'í de Internet no Brasil. Duas modalidades de capacitação serão oferecidas aos participantes.
O seminário é direcionado aos bahá'ís que queiram colaborar com a Ascom, ou que já colaboram, e bahá'ís interessados em aprender a utilizar blogs para divulgar a Fé Bahá'í na Internet. O programa do evento incluirá também uma oficina de fotografia que dará dicas para os principiantes.
O objetivo do seminário é explorar e aproveitar as oportunidades para divulgar as atividades das comunidades na mídia local (rádio, TV, jornal, revista, internet), ajudar na defesa dos bahá'ís e praticar o uso da “coerência” no discurso com a mídia (quem somos, o quê fazemos e como falamos a nosso próprio respeito).
Os interessados devem enviar e-mail com nome completo e telefones para contato para ascom@bahai.org.br. Detalhes da programação e questões de logísticas serão divulgadas em breve. Vamos participar?
O seminário é direcionado aos bahá'ís que queiram colaborar com a Ascom, ou que já colaboram, e bahá'ís interessados em aprender a utilizar blogs para divulgar a Fé Bahá'í na Internet. O programa do evento incluirá também uma oficina de fotografia que dará dicas para os principiantes.
O objetivo do seminário é explorar e aproveitar as oportunidades para divulgar as atividades das comunidades na mídia local (rádio, TV, jornal, revista, internet), ajudar na defesa dos bahá'ís e praticar o uso da “coerência” no discurso com a mídia (quem somos, o quê fazemos e como falamos a nosso próprio respeito).
Os interessados devem enviar e-mail com nome completo e telefones para contato para ascom@bahai.org.br. Detalhes da programação e questões de logísticas serão divulgadas em breve. Vamos participar?
Usuários reclamam de acesso a internet em Parauapebas
Fotos: Waldyr Silva

Wellington da Silva

Meire Camargo

Hugo Arrais
Bariloche Silva

Representantes de provedores na Acip

Wellington da Silva

Meire Camargo

Hugo Arrais
Bariloche Silva
Representantes de provedores na Acip
Usuários de internet reclamam da dificuldade no acesso ao serviço de provedores oferecido em Parauapebas, alegando lentidão no acesso à rede mundial de computadores e muitas vezes o serviço fora do ar.
A cidade conta com cinco provedores de internet via rádio, além de usuários que utilizam o serviço de modem de operadores de telefone móvel, mas a reclamação sobre a qualidade dos serviços oferecidos é enorme pelos usuários.
Ouvida pela reportagem, Meire Carvalho de Camargo, gerente do provedor Skorpionet, localizado no bairro Cidade Nova, explica que a maior dificuldade enfrentada por ela é causada na prestação de serviço de energia elétrica, pela Rede Celpa, e de link disponibilizado para o servidor pela Embratel.
Sobre energia elétrica, Meire Camargo admite que nos últimos meses as constantes quedas de tensão na cidade vêm diminuindo gradativamente, melhorando a prestação de serviço e também o número de reclamação dos usuários.
Quanto aos serviços prestados pela Embratel, a gerente informa que há anos a estatal não vem disponibilizando link aos provedores de internet em Parauapebas, e quando isso acontece o preço cobrado pelos serviços é exorbitante.
Meire Camargo aponta outro problema que motiva reclamação de seus clientes, que são os eventuais rompimentos de fibra ótica no percurso Marabá/Parauapebas. Nesta situação, ela revela que já ficou até dois dias com os serviços suspensos, aguardando solução da manutenção dos serviços.
Diante da dificuldade de a Embratel atender a demanda dos provedores em Parauapebas, cobrando melhor preço nos links, a gerente admite que a reclamação de usuários em afirmar que o município cobra o maior preço de internet no Brasil tem sentido.
Na avaliação de Hugo Arrais, gerente-administrativo do provedor CKS Online, localizado no bairro União, o serviço de internet em Parauapebas só vai funcionar a contento depois que o poder público municipal e a iniciativa privada se despertarem e buscar junto ao governo federal, no caso a Embratel ou Telebrás, um melhor serviço para a cidade.
“Não adianta cobrar somente dos provedores que oferecem os serviços em Parauapebas, até porque estamos cumprindo com nossa responsabilidade, embora com dificuldade, porque o governo federal não oferece condições técnicas para ampliarmos nossos negócios, por meio de suas concessionárias”, observa Hugo Arrais.
O gerente da CKS revelou que recentemente o governo federal, por meio da Telebrás, ampliou os serviços de internet para 72 municípios brasileiros, mas o Estado do Pará não foi beneficiado com este pacote. Dentre os municípios beneficiados, consta Imperatriz (MA), localizado a cerca de 180 quilômetros de Marabá.
Pioneiro no ramo, Hugo Arrais reclama também que em Parauapebas os provedores que oferecem serviços de internet pagam o mega de link mais caro do Brasil para a Embratel.
Wellington da Silva, diretor do provedor Flexanet, no bairro União, admite que parte das reclamações dos usuários quanto à qualidade dos serviços oferecidos pelos provedores na cidade procede.
Wellington da Silva, diretor do provedor Flexanet, no bairro União, admite que parte das reclamações dos usuários quanto à qualidade dos serviços oferecidos pelos provedores na cidade procede.
O diretor atribui esse problema à Embratel, que há anos não expande os links para os provedores. Para ele, essa falta de investimento na estrutura de internet é pura falta de vontade política dos governantes e legisladores do município e do estado.
Wellington da Silva justifica que, pelo fato de a Embratel cobrar link mais caro do país, ao preço que ele não quis revelar, os serviços de internet chegam ao usuário final com preço alto.
A reportagem procurou também a direção do provedor Carajás Net, localizado no bairro Rio Verde, para falar sobre o assunto, mas foi informada pela secretária Alessandra que o responsável pela empresa se encontrava ausente da cidade, resolvendo problema de rompimento de cabo ótico.
BUSCA DE SOLUÇÃO
Em abril deste ano, representantes de quatro provedores da cidade se reuniram com a diretoria e departamento jurídico da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (Acip), em busca de solução para melhorar o serviço de acesso à internet no município.
Em abril deste ano, representantes de quatro provedores da cidade se reuniram com a diretoria e departamento jurídico da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (Acip), em busca de solução para melhorar o serviço de acesso à internet no município.
Depois de ouvir as reclamações dos provedores em relação à falta de link para abastecer com qualidade Parauapebas e região, o presidente da Acip, José Rinaldo Alves de Carvalho, solicitou ao departamento jurídico da entidade que preparasse ofícios com relatórios específicos sobre a falta de link e não disponibilização por parte da empresa Embratel, que tem a concessão para atender a região.
Os documentos assinados pela Acip e proprietários de provedores de internet seriam encaminhados para Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Câmara Federal, Senado Federal, Ministério das Comunicações, Ministério Público, entre outros. Matéria veiculada na edição do Correio do Tocantins desta quinta-feira (16)
Marabá e Canaã vão receber Estações Conhecimento
As prefeituras de Canaã dos Carajás e de Marabá assinaram, nesta semana, convênio com as Estações Conhecimento que serão inauguradas nos dois municípios. A parceria foi formalizada duas semanas após a inauguração da Estação Conhecimento da APA do Igarapé Gelado, em Parauapebas.
As Estações Conhecimento são núcleos de desenvolvimento humano e econômico idealizados pela Fundação Vale e viabilizados por meio de parcerias locais com poder público e entidades da sociedade civil organizada. Estes núcleos nascem como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs). A proposta é que eles sejam centros de referência em boas práticas de desenvolvimento territorial, onde se busca desenvolver integralmente as pessoas, respeitando as vocações produtivas locais.
Em Marabá, as obras de construção da Estação Conhecimento tiveram início em março. Localizada no Bairro São Félix, a estrutura contará com pista de atletismo, campo de futebol, piscina semiolímpica, edifícios educacional e profissionalizante e teatro. Serão atendidas aproximadamente duas mil pessoas, principalmente crianças e jovens.
As atividades incluirão esporte (atletismo, natação, futebol) cultura (dança, teatro, música) e cursos de profissionalização para construção civil, hotelaria e serviços e gestão pública. Serão investidos aproximadamente R$ 12 milhões na implantação da Estação em Marabá, incluindo a aquisição de equipamentos para os prédios.
Já em Canaã dos Carajás, as obras terão início ainda este ano. A intenção é que a Estação funcione nos mesmos moldes da unidade da APA do Gelado, onde são realizadas ações de educação, esporte e apoio às atividades produtivas locais, deixando-as sustentáveis e competitivas.
No Pará, também serão construídas Estações Conhecimento em Barcarena, Curionópolis e Ourilândia do Norte. A previsão da Fundação Vale é que 18 Estações estejam em atividade no Brasil até 2012, beneficiando aproximadamente 30 mil jovens também no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais.
A primeira Estação começou a funcionar em Tucumã, no sudeste do Pará, em outubro de 2008. Desde então, mais de 580 pessoas fizeram cursos de qualificação profissional, uma cooperativa de produtores de biojoias se formou no local e cerca de 740 jovens iniciaram a prática de atletismo, natação e futebol, conquistando 64 medalhas em competições esportivas estaduais. (Assessoria de Imprensa da Vale)
As Estações Conhecimento são núcleos de desenvolvimento humano e econômico idealizados pela Fundação Vale e viabilizados por meio de parcerias locais com poder público e entidades da sociedade civil organizada. Estes núcleos nascem como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs). A proposta é que eles sejam centros de referência em boas práticas de desenvolvimento territorial, onde se busca desenvolver integralmente as pessoas, respeitando as vocações produtivas locais.
Em Marabá, as obras de construção da Estação Conhecimento tiveram início em março. Localizada no Bairro São Félix, a estrutura contará com pista de atletismo, campo de futebol, piscina semiolímpica, edifícios educacional e profissionalizante e teatro. Serão atendidas aproximadamente duas mil pessoas, principalmente crianças e jovens.
As atividades incluirão esporte (atletismo, natação, futebol) cultura (dança, teatro, música) e cursos de profissionalização para construção civil, hotelaria e serviços e gestão pública. Serão investidos aproximadamente R$ 12 milhões na implantação da Estação em Marabá, incluindo a aquisição de equipamentos para os prédios.
Já em Canaã dos Carajás, as obras terão início ainda este ano. A intenção é que a Estação funcione nos mesmos moldes da unidade da APA do Gelado, onde são realizadas ações de educação, esporte e apoio às atividades produtivas locais, deixando-as sustentáveis e competitivas.
No Pará, também serão construídas Estações Conhecimento em Barcarena, Curionópolis e Ourilândia do Norte. A previsão da Fundação Vale é que 18 Estações estejam em atividade no Brasil até 2012, beneficiando aproximadamente 30 mil jovens também no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais.
A primeira Estação começou a funcionar em Tucumã, no sudeste do Pará, em outubro de 2008. Desde então, mais de 580 pessoas fizeram cursos de qualificação profissional, uma cooperativa de produtores de biojoias se formou no local e cerca de 740 jovens iniciaram a prática de atletismo, natação e futebol, conquistando 64 medalhas em competições esportivas estaduais. (Assessoria de Imprensa da Vale)
COMUNICADO


Sede da Sucursal em Paraupebas
Comunico aos amigos, colaboradores, informantes, confrades, autoridades e comunidade em geral que, depois de 5 anos prestando serviços de reportagens, fotografia, assessoria, alimentação de site e atribuições correlatas, não pertenço mais aos quadros da Assessoria de Comunicação (Ascom) da Prefeitura de Parauapebas.
Assumi o comando da Sucursal do Jornal Correio do Tocantins em Parauapebas, localizada na rua B nº 585, Térreo, entre ruas 10 e 11, bairro Cidade Nova, onde gostaria de continuar recebendo informações e colaboração sobre eventos da cidade e região.
Para quem não sabe (ou não lembra), o Jornal Correio do Tocantins tem sede em Marabá, existe há 27 anos e circula em mais de 20 municípios do sul e sudeste do Pará nas terças-feiras, quintas-feiras e aos sábados.
O jornal já vem circulando três vezes por semana com uma página denominada "Parauapebas e Região", mas em breve deve circular com um caderno suplementar com informações de Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado do Carajás.
O Correio do Tocantins já vinha divulgando noticiários destes municípios há anos, mas, por falta de uma equipe mais presente na região, os fatos eram mais voltados para a área policial, a pedido da própria comunidade.
Como no serviço público existe certas limitações na veiculação de noticiário, agora no Correio do Tocantins temos possibilidade de ficar mais próximo da comunidade e divulgar os anseios da população. Conto com você. O e-mail da Sucursal é parauapebas@correiotocantins.com.br.
Waldyr Silva
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Agenda do presidente Lula no Pará
Quinta-feira (16/09/2010)
9 horas: Despacho interno, no Palácio do Planalto
09h30: Entrevista para o Portal IG
10h30: Despachos internos
12h15: Partida para Belém (PA), na Base Aérea de Brasília (DF)
14h40: Chegada a Belém, na Base Aérea de Belém
15 horas: Cerimônia de divulgação de editais para contratação de obras de conservação, recuperação, manutenção e pavimentação das rodovias BRs 153, 158, 163, 222, 308, 316 e 230 e de assinatura de ordem de reinício de obras da BR-230 no Estado do Pará, no auditório do Banco da Amazônia, Avenida Presidente Vargas nº 800, 15º andar
21h30: Partida para Brasília, na Base Aérea de Belém
23h45: Chegada a Brasília, na Base Aérea de Brasília
9 horas: Despacho interno, no Palácio do Planalto
09h30: Entrevista para o Portal IG
10h30: Despachos internos
12h15: Partida para Belém (PA), na Base Aérea de Brasília (DF)
14h40: Chegada a Belém, na Base Aérea de Belém
15 horas: Cerimônia de divulgação de editais para contratação de obras de conservação, recuperação, manutenção e pavimentação das rodovias BRs 153, 158, 163, 222, 308, 316 e 230 e de assinatura de ordem de reinício de obras da BR-230 no Estado do Pará, no auditório do Banco da Amazônia, Avenida Presidente Vargas nº 800, 15º andar
21h30: Partida para Brasília, na Base Aérea de Belém
23h45: Chegada a Brasília, na Base Aérea de Brasília
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Diretores do Siproduz e expositores avaliam Fap 2010
Fotos: Waldyr Silva

Marcelo Catalão

Walter Ferreira

Francisco Vieira

Hélcio Ribeiro

Gilvan Dumont

Damiana Ferreira

Agnaldo Brito

Marcelo Catalão

Walter Ferreira

Francisco Vieira

Hélcio Ribeiro

Gilvan Dumont

Damiana Ferreira

Agnaldo Brito
Diretores do Sindicato dos Produtores Rurais de Parauapebas (Siproduz) asseguram que a VI Feira de Agronegócios de Parauapebas (Fap), que teve início no dia 4 e encerrou no último domingo (12), alcançou os objetivos desejados dos organizadores.
Por outro lado, alguns expositores reclamam que a organização da Fap deixou muito a desejar em vários quesitos, como a existência de poucos banheiros, falta de melhor estrutura do parque de exposição, entre outras reclamações.
Para Marcelo Ayres Catalão, diretor do Siproduz, o evento deste ano atendeu todas as expectativas dos organizadores do evento. “É claro que o parque ainda precisa ampliar suas estruturas, e a cada ano a gente vem ampliando alguma coisa”, contemporiza.
Marcelo Catalão promete que no próximo ano o Sindicato vai diversificar ainda mais os segmentos dos expositores da Fap, mostrando na prática ações do agronegócio, como ocorreu no estande da Estação Conhecimento, por exemplo, executando inseminação artificial ao vivo em animais bovinos, entre outras atividades do setor.
“Além disso, vamos agregar mais parceiros para fazer uma feira mais bem planejada que as anteriores. Dentro dessa ampliação das instalações do parque, pretendemos instalar restaurante ou churrascaria para funcionar no ano inteiro”, promete o diretor.
Gilvan Ramon Lima Dumont, chefe de segurança particular, revela que a empresa que fez a segurança no parque disponibilizou 50 homens e 10 mulheres para proteger os visitantes da Fap. Assegura que a feira deste ano transcorreu sem nenhum caso de violência grave registrado.
“Detivemos apenas seis indivíduos que tentavam roubar pessoas desavisadas, agressão física e excesso de bebida alcoólica, e encaminhamos para a delegacia de polícia”, explica Gilvan Dumont, acrescentando que todo mundo que passava na portaria era revistado pelos seguranças.
O comerciante João Carlos Ataíde disse que foi constrangido na frente da esposa e filhos na portaria do parque, quando foi obrigado a ser revistado pelos seguranças. Para o comerciante, só quem pode apalpar o cidadão é a polícia, mas desde que haja alguma suspeita. Para João Carlos, o ideal era que fossem instalados detectores de metais nos portões do parque, como em aeroportos e agências bancárias.
Francisco Vieira, analista de comunicação da Vale, diz que o estande da mineradora contou com grande participação da comunidade, até porque o “objetivo da Vale aqui na Fap foi aproximar cada vez mais a comunidade da empresa”.
Este ano, o público visitante pôde conferir jogos, telões e outros recursos tecnológicos interativos disponíveis no estande da Vale, além de conhecer a fazendinha da Fundação Vale, que reproduziu as atividades de bovinocultura de leite da recém-inaugurada Estação Conhecimento da APA do Igarapé Gelado e fez inseminação artificial ao vivo. Além disso, a empresa apresentou atividades culturais, com apresentação de artistas e grupos da região.
No balanço feito por Agnaldo Ávila de Brito, presidente do Siproduz, a Fap 2010 superou as expectativas, principalmente de público. “Para se ter uma ideia, na noite da apresentação banda Aviões do Forró, tivemos um público pagante de 13.006 pessoas, um recorde de público em Parauapebas”, diz ele, afirmando que a Fap foi uma “feira da paz”.
Walter Ferreira, gerente do Banco do Brasil, avalia que os negócios feitos durante a feira, junto à instituição financeira, foram satisfatórios. “Não temos ainda em mãos o volume de negócios faturados, mas no decorrer da semana já teremos como divulgar”, diz ele, adicionando que o BB fechou empréstimos para os setores de agronegócios, comércio de máquinas e veículos, indústria e outros segmentos.
Para Hélcio Ribeiro, gerente de concessionária de veículos, este ano a empresa fez vários contatos para fechamento de negócios futuros. Por outro lado, ele considera que o tipo de artistas contratados para se apresentar não tem tradição com a região. Além do mais, os preços cobrados pelo ingresso para entrar na feira foram muito caros.
Outro ponto que Hélcio considera negativo foi o sistema de entrada dos expositores na feira, que este ano não houve ingresso. “Por isso, tivemos que pagar ingresso para funcionário trabalhar no estande”, reclama.
Damiana Rosa dos Santos Ferreira, dona de estande com venda de sanduíches, refrigerante e cerveja, disse que o movimento foi razoável, pois ela não teve prejuízo nem faturou muito. “Só lamentamos que no dia do show com a banda Aviões do Forró, na sexta-feira (10), choveu muito e espantou alguns fregueses, mas deu pra gente vender um pouco”, concilia.
A dona da barraca reclamou também do preço cobrado pelo Siproduz para expositores comercializar. “Nós aqui pagamos 1.200 reais”. Matéria veiculada na edição desta terça-feira (14) do Jornal Correio do Tocantins
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Vacina H1N1 para toda população de Parauapebas
A Prefeitura de Parauapebas disponibiliza, a partir desta terça-feira (14), no hospital municipal e nas unidades de saúde do município, vacina contra a gripe A (H1N1) a toda a comunidade, exceto para criança menor de 6 meses de idade.
domingo, 12 de setembro de 2010
Urubus invadem bairro Jardim Vitória, em Marabá
Fotos: Bira Ramos


A Avenida do Aeroporto, no bairro Jardim Vitória, em frente ao ginásio do Camisa 10, próximo às residências onde existe um “lixão” a céu aberto, foi invadida por centenas de urubus, que oferecem risco de saúde à comunidade, sem falar no consumo contante de dejetos e animais atirados ali por moradores de vários bairros que fazem desta rua o “lixão” do bairro.
Os moradores da região estão correndo um abaixo-assinado para dar o nome de um político local ao lixão, uma vez que ele, segundo os moradores, ele abandonou a população.
Luís Carlos Silva Soares, morador do local, que se identificou, mas não autorizou a publicação de sua foto, encarou a situação de forma sátira: “Os políticos não têm culpa por esse descaso e abandono, porque com o ‘povo governando’ é assim mesmo”. (Bira Ramos)
Vale, siderúrgicas e poderes públicos são chamados a audiência
Açailândia - Mais de 350 famílias há vinte anos estão sendo prejudicadas pela poluição do ciclo de mineração e siderurgia no distrito industrial de Piquiá (Açailândia/MA). Nos últimos três anos, a associação de moradores local, o Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos e a Paróquia São João Batista de Açailândia estão organizando a resistência e a proposta de alternativas.
Em 2009, o Ministério Público Estadual compôs uma equipe multidisciplinar para definir as condições de deslocamento do povoado para uma área digna, próspera e saudável, amenizando ao mesmo tempo o impacto ambiental das usinas siderúrgicas.
Na próxima terça-feira (14), a partir das 8h30, na Câmara Municipal de Açailândia, sentarão pela primeira vez juntos muitos atores convocados pelo Ministério Público: o Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Maranhão, dirigentes e representantes de cada siderúrgica, o gerente de relações institucionais da Vale, o prefeito e o presidente da Câmara de Vereadores de Açailândia, os secretários municipal e estadual de Meio Ambiente, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Maranhão, a Associação do Comércio e Indústria de Açailândia, a ONG Justiça Global, a Federação Internacional dos Direitos Humanos com sua delegação de três pessoas do exterior, a Defensoria Pública, o juiz Diretor do Fórum de Açailândia, a procuradora geral de Justiça do Estado do Maranhão, as entidades e sociedade civil organizada da cidade.
O objetivo da audiência é debater e encaminhar propostas para o reassentamento do povoado de Piquiá de Baixo.
Trata-se de medida urgente e necessária, que chega num contexto de aparente crise da indústria siderúrgica e de grandes lucros por parte da mineradora Vale.
As entidades e a associação de moradores sustentam que não estão contra o desenvolvimento e a geração de emprego e renda. Acreditam, porém, que isso deve e pode acontecer com respeito à saúde e à dignidade do povo, bem como com a preservação do meio ambiente, até hoje saqueado sem controle.
Mais informações
Ministério Público da Comarca de Açailândia: (99) 3538-4944
Pe. Dario Bossi - Paróquia São João Batista: (99) 3538-1787/8112-8913
Antônio Filho - Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos: (99) 3538-2383
Em 2009, o Ministério Público Estadual compôs uma equipe multidisciplinar para definir as condições de deslocamento do povoado para uma área digna, próspera e saudável, amenizando ao mesmo tempo o impacto ambiental das usinas siderúrgicas.
Na próxima terça-feira (14), a partir das 8h30, na Câmara Municipal de Açailândia, sentarão pela primeira vez juntos muitos atores convocados pelo Ministério Público: o Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Maranhão, dirigentes e representantes de cada siderúrgica, o gerente de relações institucionais da Vale, o prefeito e o presidente da Câmara de Vereadores de Açailândia, os secretários municipal e estadual de Meio Ambiente, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Maranhão, a Associação do Comércio e Indústria de Açailândia, a ONG Justiça Global, a Federação Internacional dos Direitos Humanos com sua delegação de três pessoas do exterior, a Defensoria Pública, o juiz Diretor do Fórum de Açailândia, a procuradora geral de Justiça do Estado do Maranhão, as entidades e sociedade civil organizada da cidade.
O objetivo da audiência é debater e encaminhar propostas para o reassentamento do povoado de Piquiá de Baixo.
Trata-se de medida urgente e necessária, que chega num contexto de aparente crise da indústria siderúrgica e de grandes lucros por parte da mineradora Vale.
As entidades e a associação de moradores sustentam que não estão contra o desenvolvimento e a geração de emprego e renda. Acreditam, porém, que isso deve e pode acontecer com respeito à saúde e à dignidade do povo, bem como com a preservação do meio ambiente, até hoje saqueado sem controle.
Mais informações
Ministério Público da Comarca de Açailândia: (99) 3538-4944
Pe. Dario Bossi - Paróquia São João Batista: (99) 3538-1787/8112-8913
Antônio Filho - Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos: (99) 3538-2383
Grupo Kuarup neste domingo na Fap
Uma programação cultural foi especialmente preparada para este fim de semana no estande da Vale, patrocinadora oficial da 6ª Feira de Agronegócios de Parauapebas (Fap).
Neste domingo (12), às 21 horas, o grupo Kuarup se apresenta com danças folclóricas. Na sexta-feira (10), a dupla Clayton e Pedro apresentou um show com o melhor da MPB. No sábado (11), foi a vez do Grupo Raízes da Amazônia, formado por jovens da periferia de Parauapebas, que interagiu com o público contando a história das músicas do folclore paraense e apresentando seus instrumentos típicos.
O público pode também conferir os jogos, telões e outros recursos tecnológicos interativos disponíveis no estande da Vale, além de conhecer a fazendinha da Fundação Vale, que reproduz as atividades de bovinocultura de leite da recém-inaugurada Estação Conhecimento da APA do Igarapé Gelado.
Neste domingo (12), às 21 horas, o grupo Kuarup se apresenta com danças folclóricas. Na sexta-feira (10), a dupla Clayton e Pedro apresentou um show com o melhor da MPB. No sábado (11), foi a vez do Grupo Raízes da Amazônia, formado por jovens da periferia de Parauapebas, que interagiu com o público contando a história das músicas do folclore paraense e apresentando seus instrumentos típicos.
O público pode também conferir os jogos, telões e outros recursos tecnológicos interativos disponíveis no estande da Vale, além de conhecer a fazendinha da Fundação Vale, que reproduz as atividades de bovinocultura de leite da recém-inaugurada Estação Conhecimento da APA do Igarapé Gelado.
Lançamento de CD Cidade Morena
A música "Cidade morena" é uma homenagem a Marabá, canção que ficou em segundo lugar, ano passado, no Festival da Canção de Marabá. A canção "Meu vício de amor", porém, agradou em cheio aos apaixonados.
No show de lançamento do CD, a cantora foi acompanhada por cinco músicos de Marabá e brindou o público com músicas de "barzinho", numa mistura de ritmos, porém com ênfase para a Música Popular Brasileira.
Para este final de ano, visando atender um público maior, Nilva Burjack já está trabalhando para montar um show numa boate de Marabá com mais estrutura e espaço. (Edinaldo Sousa)
sábado, 11 de setembro de 2010
Estação Conhecimento de Tucumã nas Olimpíadas Escolares
Os alunos de atletismo da Estação Conhecimento de Tucumã, sul do Pará, vão reforçar a delegação paraense nas Olimpíadas Escolares 2010 que iniciam neste sábado (11) e prosseguem até a próxima segunda-feira (13), em Fortaleza (CE).
Os atletas Elizandra Oliveira, Karine Souza da Silva, Laysa Cruz de Amorim e Gabriel Pereira Alves esperam conquistar as primeiras medalhas nacionais neste tipo de competição.
As aulas de esporte da Estação Conhecimento de Tucumã, assim como nos demais núcleos - que somam um total de 18 unidades que serão implantadas até 2012 - estão vinculadas ao Brasil Vale Ouro, um programa da Fundação Vale que pretende descobrir e preparar novos talentos esportivos para conquistarem bons resultados em olimpíadas.
Os atletas Elizandra Oliveira, Karine Souza da Silva, Laysa Cruz de Amorim e Gabriel Pereira Alves esperam conquistar as primeiras medalhas nacionais neste tipo de competição.
As aulas de esporte da Estação Conhecimento de Tucumã, assim como nos demais núcleos - que somam um total de 18 unidades que serão implantadas até 2012 - estão vinculadas ao Brasil Vale Ouro, um programa da Fundação Vale que pretende descobrir e preparar novos talentos esportivos para conquistarem bons resultados em olimpíadas.
A verdade está na cara, mas não se impõe
Arnaldo JaborO que foi que nos aconteceu? No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, 'explicáveis' demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na história brasileira! Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos! Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!
Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz! Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder.
Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de 'povo', consegue transformar a razão em vilã, as provas contra ele em acusações 'falsas', sua condição de cúmplice e Comandante em 'vítima'!
E a população ignorante engole tudo. Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito... Está havendo uma desmoralização do pensamento. Deprimo-me: denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos! Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de 'gafe'.
Lulo-petistas clamam: 'Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT? Como ousaram ser honestos?' Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista'. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de 'finesse' do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando... Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem , de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em 'a favor' do povo e 'contra', recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o 'sim' e o 'não', teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: 'Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de verdades'! A solução é não votar no PT, nem na Dilma, nem em qualquer político que já esteja no cargo, renovação já!’
PM inicia curso para formação de soldados em Parauapebas
Ronaldo Modesto

Ocorreu na manhã desta sexta-feira (10), no auditório da Câmara Municipal de Parauapebas, a aula inaugural do curso de formação de soldados para servir à Polícia Militar do Estado.
A solenidade de abertura da aula inaugural do curso contou com a participação dos comandantes da Polícia Militar, major Juniso; do Corpo de Bombeiros, capitão Luís Cláudio; da juíza Suzana, titular da Segunda Vara do Trabalho em Parauapebas; do presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, advogado Ademir Fernandes; do vereador Odilon Rocha; e dos secretários municipais de Educação, Raimundo Neto; e de Saúde, Evaldo Benevides.
Com duração de 8 meses, o curso tem a supervisão do major Juniso, comandante local da PM; coordenação do capitão Miranda, instrutores civis e militares com vasta experiência nas disciplinas e conta com 42 candidatos aprovados em concurso público em 2008.
A aula inaugural teve como ministrante a juíza Suzana, titular da Segunda Vara do Trabalho em Parauapebas, autoridade com vasta experiência na formação de soldados em Belém.
De acordo com o coordenador do curso, capitão PM Miranda, o concurso público realizado no estado em 2008 ofertou 50 vagas para praças de Parauapebas, todas preenchidas.
Oito candidatos aprovados no referido concurso anteciparam e entraram com pedido na justiça para fazer o curso de formação de soldados que estava sendo realizado em Marabá. Foram atendidos e já estão trabalhando em Parauapebas. Agora, os outros 42 aprovados no concurso público estão fazendo o curso em Parauapebas.
Segundo o oficial da PM, dentro das matérias ministradas aos alunos constam disciplina e ética a serem observadas na execução dos serviços de membros da Polícia Militar, direitos humanos e polícia comunitária, aproximando cada vez mais a população da Polícia Militar. Constam ainda matérias específicas de direito, técnicas policiais, tiro ao alvo, abordagem, segurança pública, entre outras.
No decorrer do curso, que é avaliativo, os alunos vão observar e ser observados se verdadeiramente têm aptidão para vestir a farda da PM e servir à comunidade. Após a formação da turma, os aprovados vão trabalhar no 23º BPM, que atende aos municípios de Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado do Carajás.
“Este é o terceiro concurso público para policiais militares em Parauapebas realizado nos últimos três anos, mas a demanda ainda é muito grande na região, em virtude do crescimento populacional”, finaliza o capitão Miranda. (Matéria veiculada na edição deste sábado (11) no Jornal Correio do Tocantins)

Ocorreu na manhã desta sexta-feira (10), no auditório da Câmara Municipal de Parauapebas, a aula inaugural do curso de formação de soldados para servir à Polícia Militar do Estado.
A solenidade de abertura da aula inaugural do curso contou com a participação dos comandantes da Polícia Militar, major Juniso; do Corpo de Bombeiros, capitão Luís Cláudio; da juíza Suzana, titular da Segunda Vara do Trabalho em Parauapebas; do presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, advogado Ademir Fernandes; do vereador Odilon Rocha; e dos secretários municipais de Educação, Raimundo Neto; e de Saúde, Evaldo Benevides.
Com duração de 8 meses, o curso tem a supervisão do major Juniso, comandante local da PM; coordenação do capitão Miranda, instrutores civis e militares com vasta experiência nas disciplinas e conta com 42 candidatos aprovados em concurso público em 2008.
A aula inaugural teve como ministrante a juíza Suzana, titular da Segunda Vara do Trabalho em Parauapebas, autoridade com vasta experiência na formação de soldados em Belém.
De acordo com o coordenador do curso, capitão PM Miranda, o concurso público realizado no estado em 2008 ofertou 50 vagas para praças de Parauapebas, todas preenchidas.
Oito candidatos aprovados no referido concurso anteciparam e entraram com pedido na justiça para fazer o curso de formação de soldados que estava sendo realizado em Marabá. Foram atendidos e já estão trabalhando em Parauapebas. Agora, os outros 42 aprovados no concurso público estão fazendo o curso em Parauapebas.
Segundo o oficial da PM, dentro das matérias ministradas aos alunos constam disciplina e ética a serem observadas na execução dos serviços de membros da Polícia Militar, direitos humanos e polícia comunitária, aproximando cada vez mais a população da Polícia Militar. Constam ainda matérias específicas de direito, técnicas policiais, tiro ao alvo, abordagem, segurança pública, entre outras.
No decorrer do curso, que é avaliativo, os alunos vão observar e ser observados se verdadeiramente têm aptidão para vestir a farda da PM e servir à comunidade. Após a formação da turma, os aprovados vão trabalhar no 23º BPM, que atende aos municípios de Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado do Carajás.
“Este é o terceiro concurso público para policiais militares em Parauapebas realizado nos últimos três anos, mas a demanda ainda é muito grande na região, em virtude do crescimento populacional”, finaliza o capitão Miranda. (Matéria veiculada na edição deste sábado (11) no Jornal Correio do Tocantins)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Greenpeace denuncia desmate na fazenda Eldorado do Xingu
O Greenpeace realizou na semana passada denúncia formal ao Ministério Público Federal (MPF) do Pará sobre um novo foco de desmatamento na fazenda Eldorado do Xingu, pertencente à Agropecuária Santa Bárbara, ligada ao grupo Opportunity, do empresário Daniel Dantas.
A organização ambientalista cruzou informações de satélite do governo com as imagens georeferenciadas da propriedade rural, que apontou o desmatamento de 450 hectares de floresta entre abril e junho deste ano.
Em nota, a empresa negou que tenha realizado desmatamentos ilegais na fazenda. Mas a JBS, maior companhia de carne bovina do mundo, informou que suspendeu as compras de boi da propriedade depois da divulgação das imagens pelo governo. "Essa fazenda está suspensa para nós", afirmou ao Valor Angela Garcia, porta-voz da empresa.
O frigorífico diz ter comprado gado bovino da propriedade pela última vez em 26 de junho, quatro dias antes da divulgação das imagens oficiais. A companhia não informou o volume de carne oriunda da fazenda Eldorado do Xingu.
O desmatamento entre os meses de abril e junho foi apontado pelo Deter, levantamento mensal do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que serve para agilizar as ações de fiscalização das autoridades ambientais
Em São Félix do Xingu, município onde se localiza a propriedade denunciada, o sistema apontou aproximarmente 988 hectares de floresta nativa destruídos nesse mesmo período - a fazenda Eldorado do Xingu, portanto, foi responsável por quase a metade da área.
A localização exata da propriedade e a sobreposição da sua imagem às do satélite do Deter só foram possíveis porque a Eldorado do Xingu possui o chamado Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma exigência legal que funciona como o RG da propriedade. Entre outros dados, informa as coordenadas georreferenciadas da propriedade rural.
Após o cruzamento de dados, o Greenpeace realizou a verificação de campo - sobrevoo para checar se houve, de fato, o desmatamento. A ONG registrou centenas de árvores tombadas, que formam um efeito "paliteiro" de troncos caídos vistos do céu.
De acordo com Márcio Astrini, da campanha "Amazônia" do Greenpeace, é um sinal de que a queimada será realizada ainda neste ano para plantio de pasto.
Embora negue os desmatamentos, a Agropecuária Santa Bárbara afirma que "não tem conseguido evitar que invasores pratiquem barbáries, matem gado, destruam instalações, provoquem incêndios e desmatem ilegalmente, criando fatos como o ora denunciado".
A empresa diz, ainda, que a denúncia "parece ser mais um cruel desdobramento de campanha difamatória patrocinada por organismos internacionais contra a pecuária brasileira e particularmente os produtores do Pará, com o objetivo de sujar a imagem de todo o agronegócio nacional". Com 118 mil hectares, a fazenda já foi embargada no passado pelo Ibama.
Para o Greenpeace, o evento mostra a vulnerabilidade do consumidor brasileiro em relação à carne que consome. Isso porque a Eldorado do Xingu vende também para médios e pequenos frigoríficos, que não pactuam do acordo para desmatamento zero na Amazônia firmado em 2009 entre MPF, Greenpeace e grandes frigoríficos.
Se não houver pressão, a carne ilegal continuará a chegar ao varejo. "Estamos comendo essa fumaça", diz Márcio Astrini. (Bettina Barros, do Valor Econômico)
A organização ambientalista cruzou informações de satélite do governo com as imagens georeferenciadas da propriedade rural, que apontou o desmatamento de 450 hectares de floresta entre abril e junho deste ano.
Em nota, a empresa negou que tenha realizado desmatamentos ilegais na fazenda. Mas a JBS, maior companhia de carne bovina do mundo, informou que suspendeu as compras de boi da propriedade depois da divulgação das imagens pelo governo. "Essa fazenda está suspensa para nós", afirmou ao Valor Angela Garcia, porta-voz da empresa.
O frigorífico diz ter comprado gado bovino da propriedade pela última vez em 26 de junho, quatro dias antes da divulgação das imagens oficiais. A companhia não informou o volume de carne oriunda da fazenda Eldorado do Xingu.
O desmatamento entre os meses de abril e junho foi apontado pelo Deter, levantamento mensal do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que serve para agilizar as ações de fiscalização das autoridades ambientais
Em São Félix do Xingu, município onde se localiza a propriedade denunciada, o sistema apontou aproximarmente 988 hectares de floresta nativa destruídos nesse mesmo período - a fazenda Eldorado do Xingu, portanto, foi responsável por quase a metade da área.
A localização exata da propriedade e a sobreposição da sua imagem às do satélite do Deter só foram possíveis porque a Eldorado do Xingu possui o chamado Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma exigência legal que funciona como o RG da propriedade. Entre outros dados, informa as coordenadas georreferenciadas da propriedade rural.
Após o cruzamento de dados, o Greenpeace realizou a verificação de campo - sobrevoo para checar se houve, de fato, o desmatamento. A ONG registrou centenas de árvores tombadas, que formam um efeito "paliteiro" de troncos caídos vistos do céu.
De acordo com Márcio Astrini, da campanha "Amazônia" do Greenpeace, é um sinal de que a queimada será realizada ainda neste ano para plantio de pasto.
Embora negue os desmatamentos, a Agropecuária Santa Bárbara afirma que "não tem conseguido evitar que invasores pratiquem barbáries, matem gado, destruam instalações, provoquem incêndios e desmatem ilegalmente, criando fatos como o ora denunciado".
A empresa diz, ainda, que a denúncia "parece ser mais um cruel desdobramento de campanha difamatória patrocinada por organismos internacionais contra a pecuária brasileira e particularmente os produtores do Pará, com o objetivo de sujar a imagem de todo o agronegócio nacional". Com 118 mil hectares, a fazenda já foi embargada no passado pelo Ibama.
Para o Greenpeace, o evento mostra a vulnerabilidade do consumidor brasileiro em relação à carne que consome. Isso porque a Eldorado do Xingu vende também para médios e pequenos frigoríficos, que não pactuam do acordo para desmatamento zero na Amazônia firmado em 2009 entre MPF, Greenpeace e grandes frigoríficos.
Se não houver pressão, a carne ilegal continuará a chegar ao varejo. "Estamos comendo essa fumaça", diz Márcio Astrini. (Bettina Barros, do Valor Econômico)
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