quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Empreendimento do grupo Bristol Hotels é apresentado à imprensa

Fotos: Pebinha de Açúcar
 
Representantes do grupo Bristol Hotels ofereceram um coffee break na tarde desta quarta-feira (6) à imprensa local, no auditório do Hotel Vale Carajás, para apresentar o empreendimento denominado Bristol Parauapebas Suítes Hotel, que começa a ser construído no Bairro Nova Carajás, em Parauapebas, com previsão para ser concluído dentro de 36 meses.
Na coletiva, representado pelos executivos Luiz Fantin (diretor de marketing da Bristol Hotels), Marcello Medeiros (diretor de desenvolvimento da Allia Hotels), Carlos Colombo (empreendedor da One Place Parauapebas) e Frank Vieira (diretor comercial da Altare Incorporação e Construção), o grupo informou aos jornalistas que o empreendimento será construído numa área de 23 mil metros quadrados, com investimentos na ordem de R$ 47 milhões e oferta de 140 empregos diretos e 350 indiretos.
O Bristol Parauapebas Suítes Hotel funcionará como um sistema de complexo multiuso formado por hotel com 144 apartamentos de luxo, setenta apartamentos para long stay, seis suítes de luxo e duas superluxo; espaço comercial composto por 70 salas com recepção e hall de elevadores independentes; doze lojas de frente para a rua e internas; centro de convenções com foyer e três auditórios.
O empreendimento será administrado em Parauapebas pela Bristol Hotels e Allia Hotels, incorporado por One Place Parauapebas, construído em edifício com 19 pavimentos pela empresa Altare e as vendas das unidades comercializadas por i4 Imóveis.com.
Para implantar o projeto no Pará, os executivos informaram que fizeram um estudo do mercado hoteleiro e de negócios em várias cidades brasileiras e chegaram à conclusão que a cidade de Parauapebas recebe diariamente um alto número de turistas de negócios e não tem como atender à grande demanda, pois dispõe de pouca oferta no setor hoteleiro, onde o valor dos preços de hospedagens tem tido reajustes permanentes.
Diante da necessidade dos hóspedes, que também buscam o melhor custo/benefício, os empreendedores entenderam que uma ótima opção para diversificar os investimentos dos clientes imobiliários é a compra de unidades habitacionais em hotel.
Segundo foi informado, a Bristol HoteIs, que é integrada à Rede Allia Hotels, é uma empresa com ampla atuação hoteleira nos segmentos superior, midscale, econômico e supereconômico, com forte tradição no mercado e inúmeros empreendimentos presentes em grandes centros de lazer e negócios do país. Na parceria com a Allia são 31 hotéis em operação com mais de 2.800 unidades habitacionais.
Até 2017, conforme explicaram os diretores, estão previstos 93 hotéis com cerca de 13.000 unidades habitacionais, em 56 destinos diferentes, tornando a Allia Hotels a maior rede brasileira de hotéis com capital 100% nacional.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

DNPM renova permissão de lavra ao Garimpo das Pedras

Fotos: Edésio Curió e Edivan Xavier
 
Durante cerimônia simples, na presença de autoridades, garimpeiros, empresários e a comunidade, o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral no Pará (DNPM-PA), Thiago Marques de Almeida, engenheiro de minas, entregou no último sábado (2) para o presidente da Cooperativa dos Produtores de Gemas do Sul do Pará (Coopergemas) a renovação da Permissão de Lavra Garimpeira nº 23/2009, pelo prazo de cinco anos, para extração de ametista numa área de 242 hectares do Garimpo das Pedras, localizado no município de Marabá, a 60 quilômetros do centro de Parauapebas.
A entrega do documento foi marcada pela comunidade da Vila Garimpo das Pedras com pregação evangélica, torneio de futebol, apresentações culturais de capoeira, batucada de samba e banho de piscina nas águas quentes da vila, tudo isso acompanhado de muito churrasco e refrigerante.
Minutos depois de pousar de helicóptero no povoado, Thiago Marques enfatizou que existe uma relação muito próxima entre a legalização do garimpo e a qualidade de vida dos garimpeiros e de seus familiares, porque a partir daí toda a cadeia produtiva será melhorada, uma vez que o minério extraído será vendido com preço mais elevado e isso gera mais emprego e renda à comunidade envolvida no processo.
Após receber o documento das mãos do superintendente do DNPM-PA, com aplausos das pessoas presentes, o presidente da cooperativa, Adilson Barbosa Machado, popularmente conhecido por “Faquinha”, que é engenheiro de minas, declarou à reportagem do Jornal Semanal que a Coopergemas, fundada há 12 anos, congrega hoje cerca de mil cooperados, que são beneficiados com os lucros da entidade.
Segundo revelou Adilson “Faquinha”, as pedras de ametista e derivados extraídas do subsolo do Garimpo das Pedras são comercializadas brutas, sem receber nenhum beneficiamento, na própria vila, por representantes, principalmente, da Bahia e de Minas Gerais, e até da China. As minas do garimpo têm reserva para pelo menos 50 anos de exploração.
A partir da outorga de renovação da permissão de lavra, o presidente da cooperativa percebe que se abre um importante campo para atrair mais investidores que agora podem comprar legalmente e pensar inclusive em qualificar a comunidade com mão de obra especializada para lapidar as pedras, produzir joias e outros tipos de souvenires, proporcionando emprego e renda.
Indagado se a Coopergemas tem intenção de montar estrutura como restaurante, hotel e outras piscinas para acolher melhor o turista que se desloca para a vila com o objetivo de usufruir das águas termais existentes na localidade, “Faquinha” respondeu que a cooperativa pretende celebrar parceria com empresa do setor de turismo para estruturar e explorar o espaço, que ele considera como “uma dádiva de Deus”.
Procurado pela reportagem, o pecuarista Rogério Miranda, filho de Elza e Francisco Miranda (in memoriam), herdeiro das terras onde se localiza o garimpo, disse que a concessão de renovação da Permissão de Lavra Garimpeira é o início de uma nova era no Garimpo das Pedras.
Por sua vez, o garimpeiro Patrício Pereira Lima, 71 anos de idade, um dos pioneiros na extração de pedras preciosas, revela que chegou à localidade no ano de 1985, portanto, há 29 anos, quando o acesso para o garimpo era feito apenas de barco pelo Rio Itacaiúnas até a Vila Alto Bonito.
Questionado sobre os eventuais benefícios que a renovação da licença para continuação da exploração do garimpo por mais cinco anos possam trazer para as famílias da comunidade, Patrício Lima respondeu que estar bastante otimista com a notícia, “porque por muito tempo se ouvia falar que o garimpo ia ser fechado, mas agora, com a licença do DNPM, vamos trabalhar com mais confiança e segurança”.
Presente ao evento, o empresário e pecuarista Hamilton Ribeiro, que patrocinou o churrasco para a comunidade, comentou que o documento concedido para continuidade do garimpo de pedras preciosas era esperado com muita ansiedade pelos cooperativistas da vila.
“Reconheço o trabalho da classe garimpeira e sei que trabalhando legalizada, unida e esperançosa a autoestima da comunidade vai ficar lá em cima, pois a renda dos serviços vai aumentar, melhorando a qualidade de vida dessa população”, declarou Hamilton Ribeiro.
O pecuarista Ivanite José da Silva, popular “Barrão”, que também prestigiou a solenidade de entrega da renovação da licença de exploração do garimpo, já em sua propriedade rural, localizada a cinco quilômetros da vila, lamentou que as atividades do Garimpo das Pedras e as belezas naturais das águas quentes da localidade são poucas divulgadas pela mídia.
História
A comunidade da vila conta hoje com uma população aproximada de quatro mil pessoas que moram em duas vilas: a de baixo e a de cima. A localidade, que geograficamente pertence ao município de Marabá, dispõe de escola, posto de saúde, destacamento da Polícia Militar, supermercados, igrejas, energia elétrica, associação de moradores, farmácia e até pista para pouso e decolagem de pequenas aeronaves.
No caminho entre uma vila e outra existe uma nascente que jorra água com 40 graus de temperatura para uma piscina onde pessoas tomam banho e se divertem.o que fazer para ganhar dinheiro
Para chegar à vila do Garimpo das Pedras, saindo de Parauapebas, pega-se a estrada de asfalto que vai para o Projeto Salobo até o km 44, anda mais dois quilômetros de asfalto até a Vila Paulo Fonteles e 8 km em estrada de chão.

Aneel aprova reajuste de tarifa de energia elétrica no PA, SC e ES

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste das tarifas de energia das distribuidoras Celesc Distribuição, em Santa Catarina; Centrais Elétricas do Pará (Celpa) e Espírito Santo Centrais Elétricas (Escelsa). Os novos valores começam a vigorar nesta quinta-feira (7).
Para a Celesc Distribuição, que atende a 2,6 milhões de unidades consumidoras em Santa Catarina, o reajuste será 22,47% para as residências e 22,42% para as indústrias.
Os consumidores residenciais atendidos pela Celpa terão aumento de 34,41% e para indústrias o reajuste aprovado é 36,41%. A distribuidora atende a 2 milhões de unidades consumidoras no Pará.
O reajuste aprovado para a Escelsa foi 22,74% para os consumidores residenciais e 21,99% para as indústrias. A empresa fornece energia para 1,4 milhão de unidades consumidoras no estado do Espírito Santo.
Os reajustes tarifários são aplicados anualmente para todas as distribuidoras. Segundo a Aneel, o reajuste é calculado com base na variação de custos que a empresa teve no ano, incluindo custos típicos da atividade de distribuição e outros como energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais.
Como as distribuidoras têm comprado energia mais cara, por causa do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, os reajustes aprovados em 2014 estão sendo mais altos. (Agência Brasil)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Câmara de Parauapebas é acusada de ‘torrar’ dinheiro público

Matéria produzida pelo jornalista Ulisses Pompeu para o Jornal Correio, de Marabá, sobre suposto esquema de superfaturamento de notas e desvio de recursos públicos
A Câmara Municipal mais rica da região sudeste do Pará é também a que mais gasta o dinheiro público de forma questionável. Esse questionamento começou a ecoar entre moradores de Parauapebas, a 160 km de Marabá, onde os 15 vereadores vêm sendo incomodados durante o mês de julho com um movimento popular que entregou uma carta-denúncia ao Ministério Público denunciando um suposto esquema de superfaturamento de notas e desvio de recursos públicos.
A reportagem mergulhou nas contas da Câmara de Parauapebas e encontrou, de fato, muitos pontos intrigantes e que merecem explicações por parte dos gestores da CMP. O grande dilema para uma apuração mais acurada esbarra no fato de que os pagamentos efetuados não constam no Portal da Transparência a partir de outubro de 2013. Por isso, apenas os primeiros nove meses de gestão podem ser analisados. Além disso, extratos de licitações publicados no Diário Oficial do Estado em 2013 e 2014 mostram como os vereadores multiplicaram por cinco aditivos de licitações. Os motivos? Ninguém sabe (ainda).
O calcanhar de Aquiles de Câmaras pequenas e de porte médio tem sido os gastos com diárias. Mas, como as contas estão escondidas longe do Portal da Transparência do Legislativo, não há como mensurar se os vereadores estão recebendo muita ou pouca diária em Parauapebas. O campeão, entre janeiro e setembro de 2013, é o presidente Josineto Feitosa. Ele recebeu 30 diárias no valor total de R$ 14.840 no período. Depois, aparecem Devanir Martins, com R$ 12.000,00 e 21 diárias; Israel Pereira Barros, o Miquinha, com R$ 11.800,00 (21 diárias), seguido de perto por Odilon Rocha, com R$ 10.600,00 (18 diárias).
É preciso esclarecer que a diária de um vereador custa R$ 600,00 para cidades mais distantes e R$ 400,00 se vier a Marabá, por exemplo. Por isso, há uma variação entre a quantidade de cada um e os valores correspondentes. Mas, numa Câmara que recebe mais de R$ 3 milhões por mês, é preciso criar despesas inimagináveis para justificar tantos gastos.
Além de pagar diárias, o Legislativo de Parauapebas ainda ostenta o luxo de pagar passagens aéreas e despesas com locomoção para seus nobres vereadores e servidores. Como não há transparência o suficiente até agora – os dados colocados pela CMP no portal na internet dizem respeito apenas aos primeiros nove meses de 2013, e não há nada de 2014 – só podemos acessar os gastos desse período, que chegam a R$ 97.579,02.
Duas empresas fornecem o serviço de passagens para a Câmara de Parauapebas: J.L.P.Santos & Cia Ltda e P.B.Ribeiro e Cia Ltda, que foram contratadas através de um pregão.
Algumas descrições informam corretamente quais foram os beneficiários das passagens, mas há outras um tanto nebulosas, como o pagamento de maior valor: R$ 19.598,23, que descreve apenas o seguinte, com erro de grafia: “Histórico: Serviços de reservas e fornecimento de passagens aérias para atender as necessidades do poder legislativo”. Em outra, usa os nomes dos beneficiários: “passagem aeria de Francisco Solano, Josineto Oliveira, Vicente Silva, Devanir Martins, Bruno Soares, Luiz Sergio Pinheiro”.
A reportagem enviou um questionamento na manhã de segunda-feira (4), com 14 perguntas sobre os gastos da Câmara de Parauapebas, para sua Assessoria de Imprensa, através do site www.parauapebas.leg.br. O que recebemos até o fechamento desta edição foi um email com o seguinte teor: “Devido um problema que tivemos em nosso servidor, somente no período da tarde recebemos seu e-mail e não tivemos tempo hábil para responder a todos os questionamentos”.
“Estamos coletando as informações para poder-lhes passar, mas infelizmente, hoje não será possível, pois são muitas as informações solicitadas e que necessitam de dados de diferentes setores. As informações solicitadas serão úteis em outra data ou somente se fossem repassadas hoje?”.
Em respeito ao direito de resposta, a redação do jornal vai continuar aguardando as informações e manifestações da Câmara de Parauapebas e pretende publicá-las na próxima edição.

Consultorias levam R$ 774 mil da CMP em nove meses
Entre as empresas que se dão bem prestando serviços para a Câmara Municipal de Parauapebas estão a Mel Consultoria e Assessoria SS Ltda e Souza e Seixas Advogados Associados. A primeira prestaria serviços de contabilidade e a segunda seria responsável por assessoria jurídica. Ocorre que o Legislativo de Parauapebas tem sua própria assessoria jurídica e outra contábil, o que, em tese, não careceria contratar serviços externos nestas duas áreas.
Pelo que descreve o site da CMP, a primeira presta assessoria e consultoria contábil, orçamentária, financeira, patrimonial e operacional para cumprimento dos princípios fundamentais de contabilidade do Poder Legislativo. Já a segunda empresa presta assessoria e consultoria jurídica em direito administrativo, financeiro, procedimentos licitatórios e contratos administrativos, elaboração e análise de lei, pareceres jurídicos e defesa dos interesses da Câmara Municipal de Parauapebas junto à justiça comum e Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará.
Entre janeiro e setembro do ano passado, a Câmara de Parauapebas desembolsou a bagatela de R$ 774.050,00 para pagar esses dois escritórios particulares. Sobre essa questão, indagamos a Assessoria de Imprensa da Câmara a motivação dos gastos, haja vista que possui profissionais destas duas áreas em seu quadro de funcionários, os quais já recebem salário para realizar qualquer tipo de serviço e emitir pareceres.

Servidores ficarão obesos com tanta comida comprada
Quanto comem os servidores “gulosos” da Câmara Municipal de Parauapebas e onde a Mesa Diretora estoca tantos “gêneros alimentícios” comprados pela atual gestão? Nos primeiros nove meses de 2013, foram mais de R$ 280 mil em notas pagas para algumas empresas daquele município.
As notas pagas começaram com valores pequenos no início de 2013, como R$ 281,00, mas foram aumentando paulatinamente, até chegar a cifras preocupantes, como R$ 7.945,00, próximo ao limite de R$ 8.000,00 para compra sem licitação. As licitações começaram a aparecer a partir do terceiro mês, com valores altos, sempre com a motivação de “aquisição de gêneros alimentícios para atender as necessidades da Câmara”.
Se as necessidades da Câmara são tão grandes assim para se arvorar no dinheiro público com alimentação, então não se pode deixar de mencionar que os gastos com alimentação no primeiro ano chegam a R$ 280 mil.
A Cavalcante & Aquino Ltda tem um vasto leque de serviços prestados à Câmara de Parauapebas, que vão desde alimentos, passando por impressão de cópias de documentos, material de expediente e processamento de dados.
Mas a fome dos servidores da Câmara de Parauapebas parece que não tem fim. Embora não haja informações no Portal da Transparência em relação ao exercício de 2014, pudemos encontrar no site do Diário Oficial do Estado várias licitações publicadas pela CMP, algumas delas exclusivamente para o fornecimento de “gêneros alimentícios”.
Em um deles, com vigência entre 9 de abril e 31 de dezembro de 2014, a Câmara publicou dois extratos de contrato com a empresa D.Ferreira Melo Cavalcante no valor de R$ 348.218,40 para “aquisição de gêneros alimentícios estocáveis e não estocáveis para atender a Câmara Municipal de Parauapebas”. Todas as licitações são assinadas pelo presidente da Câmara, Josineto Feitosa de Oliveira, na qualidade de ordenador de despesas.
Outro extrato de contrato encontrado no Diário Oficial foi formalizado com a empresa J.Reis Vieira no valor de R$ 101.699,80, também com vigência entre 9 de abril e 31 de dezembro de 2014. Por ele, a Câmara se compromete em pagar por “aquisição de gêneros alimentícios estocáveis e não estocáveis para atender a Câmara Municipal de Parauapebas”.
Foi um desses contratos que resultou em um documento assinado por alguns moradores de Parauapebas que foram parar no Ministério Público. Ele não contém indícios de irregularidades, mas apontam para caminhos que podem estar recheados de superfaturamento, como é o caso de compras com a empresa D.Ferreira Melo Cavalcante, popularmente conhecida em Parauapebas como Supermercado Baratão.
Também precisam ser esclarecidos os contratos para aquisição de tantos materiais de expediente para atender às necessidades da Câmara. Os contratos publicados no Diário Oficial e as notas pagas deveriam ser analisadas com cuidado pelas autoridades fiscalizadoras.

Josineto faz aditivos 5 vezes maiores que o valor da licitação
O presidente da Câmara de Parauapebas, Josineto Feitosa, precisa explicar por que fez aditivos de contratos com empresas de Parauapebas com valores cinco vezes maiores que o que constava na licitação ganha por elas.
Por exemplo, o extrato resumido do aditivo ao Contrato nº 20130010 informa que a contratada V.C.dos Santos – Restaurante ME – deve oferecer serviços de fornecimento de buffet, coquetel e café da manhã para atender à Câmara Municipal, e “o presente termo aditivo objetiva a alteração contratual no valor de R$ 54.485,45, passando o contrato a ter valor total de R$ 272.427,25.
Em outro extrato aditivo ao Contrato nº 20130030 de licitação, a empresa Gráfica Bahia Ltda ganhou licitação no valor de R$ 19.976,90, mas conquistou graciosamente um aditivo, amplificando o contrato para o valor de R$ 99.884,50.
Em outro contrato, nº 20130015, a empresa J.Reis Vieira também foi beneficiada com um aditivo para aquisição de gêneros alimentícios. O contrato inicial era para R$ 39.933,48 e ganhou um fermento para R$ 199.876,48.
O contrato nº 20130031 com a empresa Sacramento & Cia Ltda para contratação de serviços gráficos tinha valor de R$ 18.012,75 e foi catapultado para R$ 90.063,75, mais de cinco vezes o valor inicial.
O mesmo ocorreu com a empresa J.L.P.Santos & Cia Ltda para fornecer serviços de reservas e fornecimento de passagens aéreas para atender às necessidade do Poder Legislativo de Parauapebas. O contrato inicial era de R$ 47.850,00 e surgiu na internet posteriormente com o valor de R$ 239.250,00 através de um voo supersônico.
Mas há um caso intrigante de contratação de uma empresa para com inexigibilidade de licitação. Trata-se do Instituto de Direito Público do Pará, contratado a peso de ouro: R$ 130.000,00 para ministrar “curso sobre patrimônio público” para os servidores da Câmara Municipal.
Os especialistas consultados pelo jornal dizem desconhecer a instituição. “É preciso saber se ele tem notória especialização e o serviço que prestou é singular, isto é, se outras entidades semelhantes não poderiam efetuar o mesmo serviço. Logo, devendo haver licitação para contratar esta entidade; pelo que vi, é uma entidade desconhecida, jamais tinha ouvido falar; é preciso pesquisar onde fica, quem são os proprietários e se o curso era mesmo necessário e se foi realizado”.
Segundo o mesmo especialista, chama a atenção os seguintes pontos que devem ser melhor verificados:
1. A data das alterações dos contratos parecem ser as mesmas; o fundamento jurídico é o mesmo para todos os aditivos; eles ultrapassam o valor de 25% estipulado para esse tipo de prorrogação contratual, para serviços ou compras, conforme o parágrafo 1º do artigo 65 da Lei nº 8.666/93, citado nos extratos; o fundamento legal previsto no inciso I, letra "b", do referido artigo, que admite a prorrogação contratual somente quando tem como necessária a alteração contratual "em decorrência de acréscimos ou diminuição quantitativa de seu objeto", ou seja: aumentou-se a aquisição de passagens, refeições, serviços de gráficas e outros, assim de uma vez só, numa mesma época?; “Seria necessário ter acesso aos autos e a motivação integral, já que essa variação do preço deve estar relacionada com o aumento do objeto; mesmo assim, com o limite de até 25% do valor inicial do contrato; qual a razão para estes aumentos: alteração do preço de custo dos serviços? Todos de uma só vez? Realmente ultrapassaram em muito o valor do percentual de 25% para serviços, o que deixa a necessidade de ser investigados estes aditivos.
Por último, o especialista diz que caso essa situação seja irregular, pode proporcionar enriquecimento ilícito ou mesmo frustração do processo licitatório que pode levar para repercussão na esfera penal, artigo 92 da Lei nº 8.666/93, para o responsável. Logo, se para aditivar os contratos até os 25% já há que ter causa justificada, então acima desse percentual surgem indícios de improbidade administrativa; e o cálculo do percentual tem que ser em cima do valor original do contrato prorrogado.

Denúncias apontam para caixa dois
Matéria veiculada em blogs e sites de Parauapebas no início do mês de junho.
Os vereadores Odilon Rocha (SDD) e Irmã Luzinete (PV), de Parauapebas, estão sendo acusados de pressionar o comerciante Edmar, o popular “Boi de Ouro”, proprietário do Supermercado Baratão, a pagar propina por meio de nota superfaturada da Câmara Municipal.
De acordo com a denúncia, os parlamentares teriam chegado no início da noite de quinta-feira (5 de junho) ao escritório do Supermercado Baratão, na Rua A, esquina com a Rua 4, e Luzinete passou a ameaçar o proprietário do estabelecimento, que estava no andar de cima, dizendo para um funcionário que o comerciante não era homem, enquanto Odilon pedia para ela se acalmar.
Segundo informou a testemunha à reportagem, o supermercado fornece alimento para a Câmara Municipal e tinha uns veículos locados para aquela repartição pública. As caminhonetes eram locadas por mais de R$ 1 milhão.
A testemunha afirma que a vereadora chegou pedindo dinheiro a mais da nota que a Câmara paga para o supermercado. No momento, o proprietário do estabelecimento se encontrava no andar superior do prédio, onde reside.
A fonte do supermercado acrescentou que durante o contrato de locação dos veículos a presidência da Câmara exigia importância a mais do contrato, o tal caixa dois. O contrato de locação dos veículos foi encerrado dia 6 deste de junho, mas o fornecimento de alimento continua.
O funcionário do supermercado disse estranhar por que a presidência da Casa passou o caso da comissão para os vereadores Luzinete e Odilon tratar com Edmar.
Outro lado
Procurada pela reportagem na manhã do dia 9 de junho, a vereadora Irmã Luzinete, a princípio, negou que tivesse visitado o estabelecimento comercial. “Não estive lá e nem conheço esse empresário. Não participo de nenhum esquema de corrupção da Câmara. Eu represento Deus aqui na terra”, sustentou.
Com a insistência do repórter, dizendo que testemunha tinha visto ela no supermercado, na companhia do vereador Odilon, a vereadora confessou que esteve lá, sim, para fazer companhia ao colega de parlamento, que, segundo Luzinete, empresta dinheiro a juros para o dono do supermercado e ele foi lá receber parcelas atrasadas, “mas nada a ver com a Câmara”.
Ouvido também pela reportagem, o vereador Odilon Rocha contou uma versão diferente, dizendo que chegou ao escritório do supermercado e encontrou a vereadora Luzinete muito aborrecida, mostrando-se bastante exaltada, querendo falar com o dono do supermercado. “Pedi pra ela se acalmar, afirmando que aquilo não era um bom procedimento, mas não tomei conhecimento do assunto que a colega queria tratar com o comerciante”, revelou Odilon Rocha, acrescentando que em seguida deixou o local e a vereadora teria ficado lá.
Sobre o assunto, o vereador Josineto Feitosa (SDD), presidente da Câmara Municipal, confirmou que o Poder Legislativo tinha dois vínculos de prestação de serviços com a empresa de Edmar Boi de Ouro, sendo um de locação de veículos, que encerrou em 6 de junho, e o outro referente fornecimento de gêneros alimentícios. Este último, no valor de mais de R$ 200 mil por ano.
“Desconheço os motivos que levaram os vereadores Odilon e Luzinete a ir tratar deste assunto naquele supermercado. Desconheço também qualquer tipo de superfaturamento de nota. Vou entrar em contato com o empresário para eu tomar ciência do que está ocorrendo e depois chamar os vereadores que teriam ido lá”, informou Josineto Feitosa.
Procurado para falar sobre o assunto, o empresário Edmar Boi de Ouro não confirmou e nem desmentiu as acusações, preferindo não tecer nenhum comentário sobre o tema.

MP instaura procedimento investigatório
O promotor Paulo Sérgio da Cunha Morgado Júnior, de Parauapebas, explica que no dia 17 de julho recebeu uma representação no Ministério Público por alguns populares. E levou um teor um pouco vago sobre a suposta fraude no fornecimento de gêneros alimentícios na Câmara dos Vereadores, assim como na locação de veículos da Câmara. Diante disso, uma cópia ficou com a 4ª Promotoria de Justiça, para apurar a responsabilidade civil e a improbidade administrativa, e uma via foi para a 1ª Promotoria Criminal, a qual ele responde.
Nesta última, ele instaurou um (Procedimento Investigatório Criminal) similar ao inquérito policial, que dá os primeiros passos para uma investigação. “A representação está vaga, então, é necessário colhermos elementos, instruir os procedimentos para verificar se ocorreu, ou não, fraude, superfaturamento de notas, assim como desvio de dinheiro público”.

Campanha Nacional de Combate à Hanseníase e Geohelmintíases nas Escolas

Representantes do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) e da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) se reúnem às 9 horas da manhã desta quarta-feira (6), no Auditório do Centro Administrativo da Prefeitura, para deslanchar a Campanha Nacional de Combate à Hanseníase e Geohelmintíases nas Escolas.
O objetivo da campanha é identificar casos suspeitos de hanseníase por meio do método de espelho e reduzir a carga parasitária de geohelmintos (verminose) entre as crianças mediante ao tratamento quimioprofilático.
A campanha será realizada até o dia 31 deste mês e é destinada aos alunos de 5 a 14 anos das escolas públicas de Parauapebas. (Ascom PMP)

Grupo Bristol Hotels lança empreendimento em Parauapebas

Buscando oferecer um investimento imobiliário seguro, garantido e com valorização constante de imóvel, o grupo Bristol Hotels lança um grande empreendimento chamado “Bristol Parauapebas Suítes Hotel”, no Bairro Nova Carajás, em Parauapebas.

O empreendimento será apresentado oficialmente para profissionais da imprensa local e corretores nesta quarta-feira (6) por diretores do grupo.

O Bristol Parauapebas Suítes Hotel funcionará como um sistema de complexo multiuso, contando com hotel de 144 apartamentos de luxo, setenta apartamentos para long stay, seis suítes de luxo e duas suítes superluxo; espaço comercial composto por 70 salas com recepção e hall de elevadores independentes; doze lojas de frente para a rua e internas; centro de convenções com foyer e três auditórios.
Nos últimos anos, Parauapebas tem se transformado em uma verdadeira potência devido à atividade mineradora. Além das 16.000 pessoas empregadas pela Vale, a exploração do minério de ferro também atraiu cerca de outras 20.000 que vieram para a região trabalhar em empresas que atendem à mineradora.
O desenvolvimento é tamanho que cerca de 100 novas empresas são inscritas no município a cada ano em busca de oportunidades de negócios. Desse modo, a cidade cresce em diversos setores, o comércio se diversifica a cada dia, o setor de serviço amplia seus negócios e o agronegócio se desenvolve rapidamente.
Setor hoteleiro
A cidade de Parauapebas recebe diariamente um alto número de turistas de negócios e não tem como atender à grande demanda, pois dispõe de pouca oferta no setor hoteleiro. Além disso, o valor dos preços de hospedagens em Parauapebas tem tido reajustes permanentes.
Diante da necessidade dos hóspedes, que também buscam o melhor custo/benefício, uma ótima opção para diversificar os investimentos dos clientes imobiliários é a compra de unidades habitacionais em hotel.
O segmento hoteleiro que mais cresce no Brasil é o econômico, que movimenta o setor o ano inteiro. Logo, investir em uma unidade habitacional em Parauapebas é a perspectiva de um excelente negócio.
Localização
O Bristol Parauapebas Suítes Hotel está na melhor localização, no Bairro Nova Carajás. Considerado o maior complexo urbanístico de Parauapebas, o logradouro foi planejado para oferecer qualidade de vida, lazer, contato com a natureza e segurança para moradores e visitantes.
O bairro conta com uma boa infraestrutura urbana, transporte, dois lagos artificiais, parque com pista de cooper e praças de convivência, além de estar ao lado do Unique Shopping Parauapebas.
Localizado no ponto mais alto da cidade, Nova Carajás proporciona uma vista privilegiada da cidade e já é referência de estilo de vida diferenciado.
Bistrol
A Bristol HoteIs, integrada à Rede Allia Hotels, é uma empresa com ampla atuação hoteleira nos segmentos superior, midscale, econômico e super-econômico, com forte tradição no mercado hoteleiro e inúmeros empreendimentos presentes em grandes centros de lazer e negócios do país. Na parceria com a Allia são 31 hotéis em operação com mais de 2.800 unidades habitacionais.
Até 2017 estão previstos 93 hotéis com cerca de 13.000 unidades habitacionais, em 56 destinos diferentes, tornando a Allia Hotel a maior rede brasileira de hotéis com capital 100% nacional.
São marcas que transmitem credibilidade e ensejam negócios com excelentes perspectivas de resultado de locação. E o Bristol Parauapebas Suítes Hotel tem tudo para ser um desses negócios de sucesso. (Fonte: Bariloche Silva – Assessoria de Imprensa Bristol Parauapebas)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Exames que toda mulher deve fazer durante a gravidez

O teste da farmácia talvez seja o primeiro de muitos exames que a futura mamãe terá de enfrentar durante a gravidez. Conheça os exames essenciais durante a gestação.
BHCG é o nome do teste que confirma com quase 100% de certeza que a mulher está grávida, porque aponta que o hormônio HCG está presente tanto no sangue quanto na urina da mulher. O HCG é responsável pela suspensão do ciclo menstrual durante a gestação e só existe no organismo das gestantes.
Ao comprovar a gravidez, um dos primeiros exames solicitados no pré-natal é um hemograma completo. Ele pode mostrar alguns problemas de saúde da futura mamãe, tais como anemia, diabetes, HIV e sífilis. E também se avalia o tipo sanguíneo da mãe, para o caso de, por exemplo, ser necessária uma cirurgia.
A pressão arterial materna é acompanhada durante toda a gestação. Esse cuidado visa ao diagnóstico precoce da pré-eclâmpsia, o que evitaria complicações durante a gravidez e também no parto.
O exame de urina detecta infecções e problemas no aparelho urinário da mulher, por isso, será feito periodicamente, durante toda a gestação. Já o exame de fezes verificará a existência de parasitas no organismo da mãe.
Durante a gestação, o ideal é que se faça ao menos três ultrassonografias. No primeiro trimestre, para determinar o tempo da gravidez e, também, para saber se a mãe espera um ou mais bebês. Já nos outros trimestres, para monitorar a saúde do filhote, se a gravidez está transcorrendo da melhor maneira. E (claro) para as mamães curiosas descobrirem se esperam uma garota ou um menino.
No último trimestre da gestação, é feita uma coleta no colo do útero da mulher, a cultura da secreção vaginal, para detectar se há estreptococos no canal do parto. Caso seja encontrada no exame, a bactéria precisa ser eliminada para evitar que o bebê seja contaminado ao nascer.
Esses são os exames que toda grávida deve fazer. Por isso, o pré-natal é tão importante. Consulte um médico assim que souber que espera um filho e faça o acompanhamento. Essa é a melhor maneira de ter uma gravidez tranquila e, principalmente, saudável! (O Debate)

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Dia da Amamentação

by J.Bosco

Guarda Municipal de Parauapebas realiza última fase da primeira etapa do concurso público

Está disponível no site da Fundação Cetap (www.fundacaocetap.com.br) o edital específico de convocação para avaliação psicológica com a lista dos candidatos aptos à terceira fase da primeira etapa do concurso para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para o Curso de Formação da Guarda Municipal de Parauapebas. As avaliações serão, em local e horário, divulgados pela instituição.
Esta fase será realizada por meio de avaliação psicológica e entrevista individual, ambas no Centro Universitário de Parauapebas (Ceup), no período de 3 a 8 de agosto, conforme horário divulgado em edital. O candidato deverá comparecer no local de realização dos testes psicológicos e da entrevista individual com antecedência mínima de 60 minutos do horário previsto para início da mesma, portando documento oficial de identidade.
O concurso oferta 150 vagas, sendo 120 para público masculino e 30 para feminino. O resultado final da primeira etapa (após a conclusão das três fases) do concurso para o Curso de Formação de Guarda Municipal de Parauapebas está previsto para o dia 3 de setembro, juntamente com a convocação para a segunda etapa do certame, que será realizada pela prefeitura do município.
Após a conclusão do curso, será divulgado o edital com a relação dos alunos aprovados que serão oportunamente convocados para tomarem posse no cargo. (Nadia Farias)

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Mais de 70% dos policiais são a favor da desmilitarização

Pesquisa divulgada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que 73,7% dos policiais brasileiros são a favor da desvinculação do Exército. Entre os policiais militares, 76,1% responderam ser favoráveis à desmilitarização e 93,6% acreditam que é preciso modernizar os regimentos e códigos disciplinares.
Quando questionados sobre a regulamentação do direito à sindicalização e de greve, 86,7% dos entrevistados se dizem favoráveis. Para 87,3%, o foco de trabalho da polícia militar deveria ser reorientado para proteção dos direitos da cidadania.
Os dados indicam ainda que 66,2% dos cerca de 21 mil entrevistados acreditam que as carreiras policiais não são adequadas da maneira como estão organizadas; 80,9% acreditam que as polícias deveriam ser organizadas em carreira única com ingresso por meio de concurso público, 58,3% acreditam que a hierarquia nas polícias provoca desrespeito e injustiças profissionais e 86,2% afirmam que a gestão deve ser mais eficiente.
De acordo com a pesquisa, 65,9% disseram ter sofrido discriminação por serem policiais e 59,6% afirmaram já ter sido humilhados ou desrespeitados por superiores. Outro dado mostra que 43,2% acham que policial que mata um criminoso deve ser premiado e inocentado pela Justiça e 83,7% afirmaram que um policial que mata suspeito deve ser investigado e julgado (83,7%).
Entre as dificuldades no trabalho, 99% apontam os baixos salários, 98,2% o treinamento e formação deficientes, 97,3% o contingente policial insuficiente e a falta de verbas para equipamentos e armas. Foram citadas ainda as leis penais inadequadas (94,9%) e a corrupção nas polícias (93,6%).
O coordenador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, explicou que muitas vezes se confunde a Polícia Militar com polícia militarizada. “Os policiais disseram que isso é importante para o trabalho da polícia, que é preciso ter regras, estar parametrizado sobre o que podem ou não fazer. Eles querem autonomia, mas é preciso modernizar o regulamento para que eles também tenham seus direitos preservados”.
O professor de direito constitucional da Faculdade Getúlio Vargas, Oscar Vilhena Vieira, lembrou que há várias definições do que significa desmilitarização. “Não estamos dizendo que tem que ter uma polícia sem hierarquia. Ela tem que ser hierarquizada, uniformizada, e tem que ter um código disciplinar adequado e compatível com os padrões democráticos que hoje existem. A desvinculação é das Forças Armadas e não do Estado”.
Para a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, nem sempre o que o policial quer dizer sobre o termo desmilitarização contemplará o que a sociedade espera disso. Por isso, o debate tem que ser muito bem feito. “Talvez, tenhamos mudanças internas na polícia e a sociedade não fique contente. Os policiais de base e a cúpula certamente enxergam de forma distinta a desmilitarização por diversas razões. Certamente, até mesmo nas corporações não têm consenso”.
A pesquisa ouviu 21.101 policiais militares, civis, federais, rodoviários federais, bombeiros e peritos criminais em todos os estados, de 30 de junho a 18 de julho. (Agência Brasil)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Prazo para pagamento do IPTU prorrogado para 15 de agosto

A Prefeitura de Parauapebas informa a todos os contribuintes do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) que o prazo para o pagamento do imposto foi prorrogado para o dia 15 de agosto deste ano, por motivo de inconsistência no sistema tributário. 

terça-feira, 29 de julho de 2014

Piquiá de Baixo, onde todos vivem de portas e janelas fechadas

Os moradores de Piquiá de Baixo, vilarejo localizado na zona rural de Açailândia, no interior do Maranhão, parecem acostumados a viver trancados. A impressão de quem chega pela primeira vez ao local é de que se trata de um povoado fantasma. Nos dias de semana é raro ver pessoas caminhando pelas ruas. Portas e janelas ficam fechadas o tempo todo. Dificilmente se avista alguém na janela ou a descansar na rede da varanda.
As ruas sem pavimentação e saneamento vivem esburacadas e enlameadas pela água suja que escorre dos canos das casas, muitas delas de madeira podre ou de alvenaria improvisada. O bairro é cercado por cinco siderúrgicas, fica à margem da ferrovia por onde passa o ferro extraído na mina de Carajás, no Pará, e é cortado pela Rodovia BR-222.
“Aqui é um lugar esquecido. Ninguém investe em nada. Sempre vi a luta de meu pai por melhorias e, como nasci e me criei aqui, entendo as aflições do nosso povo. São pessoas muito carentes”, diz Josikelly Alves de Oliveira dos Santos, de 31 anos. Ela é uma das filhas de Angelita, moradora de Piquiá de Baixo. A família de Angelita é conhecida na região por ser a única que teve condições de cursar ensino superior. Josi, como é conhecida, estudou junto com seus irmãos na Universidade Estadual do Maranhão (Uema), em Imperatriz.
Desde 2008, ela atua como agente de saúde da Unidade Básica de Piquiá e se divide com mais um colega para dar conta de todas as famílias do povoado. Só ela é responsável por orientar mais de 150 famílias sobre como cuidar da higiene e prevenir os malefícios causados pela poluição, especialmente a do ar. “Visitamos as famílias e damos orientações. As crianças aqui gripam muito fácil, é uma gripe que não passa. Elas tomam medicação continuamente”, explica Josi.
Problemas de saúde
Entre as queixas mais recorrentes da população acostumada a respirar pó de ferro estão problemas respiratórios, como falta de ar, cansaço, falta de fôlego e coração acelerado. Na tentativa de minimizar um pouco os efeitos da contaminação na comunidade, os agentes de saúde orientam que seus moradores evitem tomar banho no rio e em brejos e não andem descalços no chão. O cuidado com a higiene pessoal também é estimulado, como lavar a mão muitas vezes ao dia, tomar pelo menos quatro banhos, forrar os telhados, limpar diariamente a casa e manter janelas e portas trancadas.
Josi lista problemas respiratórios, doenças de pele e hipertensão como comuns na comunidade. “Em 2009, quase todas as casas tinham um caso de pneumonia, além de coceira e hanseníase”. Desde 2008, ela afirma ter contabilizado dez casos de AVC. “Temos muitos hipertensos”, explica, para emendar: “Não se sabe comprovadamente qual a relação (com a poluição), mas posso dizer que há muitos casos para uma comunidade pequena”.
“É comum para quem mora aqui ter o pulmão manchado”, conta Josi. Além de cuidar da saúde do vilarejo, a agente de saúde enfrenta um drama familiar. Seu marido, Jucelino dos Santos, de 31 anos, sofre de “insuficiência respiratória aguda por motivo de poluição ambiental”, segundo laudo médico a que ((o))eco teve acesso, emitido em junho de 2012, após um raio-x no tórax ter identificado inúmeras manchas em seu pulmão.
Segundo as previsões médicas, Jucelino não chegaria aos 40 anos de idade se continuasse a viver em Piquiá de Baixo. Há 5 anos convivendo com a doença, o marido de Josi faz uso contínuo de diferentes remédios, expectorantes e xaropes.
“O pulmão dele é manchado, sendo que nunca fumou. Enquanto a gente não saiu daqui, ele não melhorou. O médico disse que não tinha mais condições de ficarmos. Ele não dormia a noite, tinha que acordar cinco vezes para fazer inalação de ar”, lembra.
Jucelino não pode fazer nenhum tipo de esforço físico. Seu caso é um dos mais graves hoje da comunidade. Por um tempo, teve que internar-se em São Luís para tratamento.
Indícios de graves problemas de saúde
Um parecer feito a pedido da Defensoria Pública, em junho de 2011, pelo Centro de Referência em Doenças Infecciosas e Parasitárias do Núcleo de Estudos em Medicina Tropical da Pré-Amazônia, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), indica graves problemas respiratórios entre os moradores da comunidade.
O documento informa que “manifestações ligadas ao aparelho respiratório (tosse, falta de ar e chiado no peito) foram queixas encontradas em todas as faixas etárias, inclusive com boa intensidade em menores de 9 anos de idade”.
O relatório destaca ainda que a dor de cabeça é um sintoma encontrado na população geral e também em crianças. “Manifestações de que alguma coisa irrita a pele e as vias aéreas superiores e os olhos foi constatado na maioria dos examinados”. Sintomas de cefaleia foram encontrados em mais de 60% dos pacientes, assim como manifestações de alergia, “acometendo as vias aéreas superiores e olhos (coriza e lacrimejamento)” foram encontradas em 61,2% dos pacientes”, segundo o núcleo de estudos da Universidade Federal do Maranhão.
E assim, Piquiá sofre com uma população doente e de graves problemas pulmonares. (Fabíola Ortiz)

Sessão solene na Câmara Municipal de Parauapebas nesta sexta-feira

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Polícia Civil recebe mais dois novos delegados em Parauapebas

A 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, com sede em Parauapebas, recebeu no último final de semana mais dois novos delegados recém-aprovados em concurso público: Paulo Henrique Junqueira de Souza, natural de Fortaleza (CE), e Ana Carolina, natural de Belo Horizonte (MG).
No último dia 21, chegaram à cidade os delegado André Tavares Amorim, natural de Goiânia (GO), e Raissa Maria Soares Belebone, natural de São Paulo (SP). Ana Carolina e Raissa Belebone vão ficar lotadas na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), enquanto Paulo Henrique e André Amorim vão para a delegacia municipal.
Com o reforço dos quatro novos delegados, a 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil passa a contar agora com oito delegados, já que se encontravam no quadro Rodrigo Paggi (diretor), Nelson Alves Júnior, Maria Regina Rodrigues e Thiago Carneiro Rodrigues.
Procurada pela reportagem, Ana Carolina informou que optou por trabalhar em Parauapebas por ser uma região de mineração e também pelo fato de o marido dela ser engenheiro de minas. Com relação ao serviço que pretende prestar como delegada, ela disse que visa trabalhar de forma preventiva com a sociedade local, com políticas públicas, junto a lideranças comunitárias.
Já Paulo Henrique diz ter escolhido Parauapebas após ter ouvido falar muito do município. “Escolhi esta cidade por ela ser de porte mediano e ter certo desenvolvimento em relação a muitos outros municípios paraenses”, justifica o delegado. (Black Candle/Waldyr Silva)

domingo, 27 de julho de 2014

Distrito Industrial de Parauapebas avança para o futuro da região

Fotos: Anderson Souza
 
O processo de implantação do Distrito Industrial de Parauapebas (DIP) iniciou em 2005, quando foi feito o levantamento das áreas propícias para a implantação do projeto. Escolhida a área, foi desenvolvido o trabalho de licenciamento ambiental junto à Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectam), que em junho de 2006 concedeu à Prefeitura de Parauapebas a licença de instalação do distrito.
O DIP se localiza numa área privilegiada de aproximadamente 40 alqueires, no km 24 da Rodovia PA 160, sentido Canaã dos Carajás, em função de estar localizado entre dois grandes empreendimentos minerais, o de ferro, em Parauapebas, e o de cobre, em Canaã dos Carajás. Já a área destinada à preservação ambiental dentro do distrito corresponde a cerca de 20%.
As empresas selecionadas pela Sectam possuem atividades consideradas de baixo impacto e atuam em vários segmentos de produção, como o setor de metalurgia de transformação, artefatos de concreto, imobiliário, locação de equipamentos, correias transportadoras, manutenção de subconjuntos, industrialização de fibras e resinas, material para construção, reciclagem e agroindústria.
Parceria
No último dia 11, o prefeito Valmir Mariano e seu secretário municipal de Planejamento e Gestão, Wander Nepomuceno, foram recebidos no Rio de Janeiro pelo diretor-presidente da empresa Vale, Murilo Ferreira, para tratar de assuntos de interesse do município, entre estes a estruturação do distrito industrial.
No encontro, o prefeito reforçou a importância da empresa para o município, assim como os benefícios que uma parceria mais estreita pode gerar para todos. Dentre os diversos assuntos tratados, destacaram-se os impactos sociais sofridos pelo município por conta do alto índice de imigração, assim como a canalização de esforço do governo municipal para dotar a cidade de infraestruturas e de investimentos na educação.
Valmir Mariano informou a Murilo Ferreira que seu governo está preparando o município de Parauapebas para uma nova fase com novas matrizes econômicas e reforçou o papel da mineradora como agente parceira no desenvolvimento da região.
O gestor municipal enfatizou que mais de 75% dos funcionários da empresa, lotados no Sistema Norte, moram em Parauapebas, portanto, beneficiados, assim como a população em geral, com todos os investimentos em educação, segurança, mobilidade urbana e demais ações que agregam à qualidade de vida das pessoas, o que colabora para a produtividade dos profissionais da empresa.
De acordo com Wander Nepomuceno, o presidente da Vale se mostrou muito receptivo durante o encontro e disposto a colaborar para o estreitamento da parceria. Uma agenda de encontros futuros foi estabelecida para que seja formado um grupo de trabalho focado na estruturação do distrito industrial e das demais sugestões de parcerias apresentadas pela prefeitura.
A adequação da infraestrutura do DIP visa atender às expectativas dos empreendedores, como ampliação da oferta de energia elétrica, com acréscimo de 10 mva na rede de distribuição; acessibilidade, com duplicação da Rodovia PA 160, do centro da cidade ao distrito; instalação de fibra ótica em rede exclusiva; asfalto e infraestrutura das vias de acesso internas do complexo industrial; além de implantação do polo industrial de mineração por conta da Vale.
Segundo o secretário, com a consolidação do Distrito Industrial de Parauapebas, cerca de 60 mil empregos diretos e indiretos podem ser gerados, beneficiando com sua produção não só o município, mas também as regiões sul e sudeste do Pará.
Wander Nepomuceno explicou que o tamanho dos lotes a serem cedidos gratuitamente às empresas vai depender da necessidade dos empreendimentos industriais a serem instalados, sendo que 80% com tamanho de 2.500 metros quadrados. Ele revela que hoje dez empresas já se encontram instaladas no DIP.
Os critérios para instalação de empresas no distrito são correlacionados à geração de emprego e renda e vocação industrial do distrito, observando os planos de negócios do empreendimento e prazo de implantação.
Como incentivo às indústrias locais, são priorizadas e selecionadas empresas que já atuam no município de Parauapebas e parceiras que estejam ligadas à indústria extrativa mineral com tecnologia e expertise comprovado.
Recuperação de componentes
Em maio de 2009, a prefeitura cedeu para a Vale uma área no DIP medindo 250 mil m2, avaliada em 26 milhões de dólares, cursopara instalação do Centro de Recuperação de Componentes (CRC),curso mas a empresa desistiu do projeto, que tinha previsão para ser inaugurado no final do primeiro semestre de 2010.
Na época, a mineradora informou à imprensa local que o CRC tinha como objetivo atender os segmentos de indústria, mecânica, engenharia e outros setores agregados, com oferta de mil empregos diretos.
Presença no DIP
O industriário Aristides José Fernandes, proprietário da empresa Plangecon, que se encontra instalada no distrito industrial há 3 anos e meio, revela que disponibiliza 130 empregos diretos, 30% deles absorvidos pela comunidade vizinha de Cedere I. A área construída da fábrica mede 4.200 metros quadrados, numa área total de 30 mil metros quadrados adquirida pela prefeitura.
A indústria da Plangecon produz estruturas metálicas leves, médias e pesadas, com matéria prima adquirida no mercado local, Fortaleza, Minas Gerais e São Paulo, cuja produção média gira em torno de 150 toneladas por mês, que é vendida às empresas Vale, Anglo American, Hidro, Sinobras e outras.
Aristides Fernandes lamenta que o DIP ao longo dos últimos anos ainda não tenha proporcionado às indústrias instaladas no polo as infraestruturas básicas como energia elétrica de qualidade, telefonia, asfalto, água tratada e outras benfeitorias que possam atrair outros investidores.
“Acredito que com a conversa do prefeito Valmir Mariano com o presidente da Vale as duas partes possam chegar num acordo e celebrar parcerias que visem a estruturação do distrito industrial”, almejou o empresário.

sábado, 26 de julho de 2014

Workshop para tratamento capilar será realizado em Parauapebas

Será realizado nesta segunda-feira (28) o workshop oferecido pela Mutamba Cosméticos em Parauapebas, quando serão feitas demonstrações dos produtos da marca bem como selagem, hidratação, alisamento e química capilar em geral.

De acordo com a subdistribuidora da linha no município, Jucicleide Santa Rosa (foto), serão ministradas técnicas modernas e fáceis para profissionais do ramo, uma oportunidade para a especialização. “Ensinaremos dicas indispensáveis com um produto inovador, o que vai facilitar muito a vida de quem trabalha com salão de beleza. Estamos sempre buscando novas técnicas para agregar ainda mais neste trabalho que faz a cabeça da mulherada”, disse a subdistribuidora.
O workshop será ministrado pela distribuidora regional Jaqueline Lemos. O evento será ainda para divulgar um curso que será feito em Belém comandado pelos conceituados e premiados profissionais Rino Farano e Nanci Cardoso.
Ainda de acordo com Jucicleide, a Mutamba Cosméticos atua em todo Brasil e em doze países ao redor do mundo, desenvolvendo soluções modernas e práticas para um público cada vez mais exigente.
“Estamos revolucionando o mercado quando o assunto é tratamento capilar: redução de volume, fibras de cabelo, processamentos químicos e muito mais”, comentou.
Um grande número de pessoas está sendo aguardado no evento, que se estenderá durante do dia inteiro. As inscrições custam R$ 20,00. O evento será realizado a partir das 9 da manhã no Espaço Festa, Avenida Tocantins nº 90, Bairro Rio Verde, ao lado do salão de beleza Auto Estima. (Stéfani Ribeiro)

sexta-feira, 25 de julho de 2014

COLUNA LINHA CRUZADA8

Violência I
No período corrido de 29 de maio a 20 de julho deste ano, o município de Parauapebas foi palco de 50 mortes violentas, sendo quatro nos dias 29, 30 e 31 (duas) de maio; 27 nos dias 1º (duas), 2, 4 (três), 7, 12, 13, 15, 16 (duas), 20 (três), 21, 23 (duas), 27, 28 (três), 29 (quatro) e 30 de junho; e 19 nos dias 1º, 5 (duas), 6 (duas), 7, 9, 10, 11 (duas), 12 (cinco), 13 (duas), 14 e 20 de julho. O levantamento foi concluído esta semana pela direção da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil e Instituto de Medicina Legal (IML).
Violência II
Do total das 50 mortes, uma foi motivada por ataque de cachorro, uma por suicídio, uma por espancamento, uma carbonizada, uma eletrocutada, uma criança prematura, quatro por afogamento e o restante por acidente de trânsito e crime de homicídio provocado por disparo de arma de fogo, esfaqueamento e paulada. A maioria das vítimas residia na cidade de Parauapebas, enquanto outras deram entrada no Hospital Municipal Teófilo Soares oriundas dos municípios vizinhos de Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado do Carajás.
Segurança
A partir desta semana, a 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas vai receber quatro novos delegados, sendo um para a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) e os outros três para a Delegacia Municipal; cinco investigadores e uma escrivã. Na última segunda-feira (21), já se encontravam em seus postos de trabalho o delegado André Tavares Amorim, natural de Goiânia (GO); a delegada Raissa Maria Soares, natural de São Paulo (SP); a escrivã Micheline Diniz Barreto e alguns dos investigadores.
Números I
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou na última segunda-feira (21) no sistema de registro de candidaturas das eleições os nomes de todas as pessoas que pediram registro para concorrer ao pleito deste ano. De acordo com o levantamento, 24.899 candidatos devem disputar vagas de deputado federal, estadual e distrital; senador, governador e presidente da República. O número inclui suplentes de senador e vice aos governos estaduais e à Presidência da República. 16,2 mil candidatos disputarão uma das 513 vagas disponíveis para deputado federal e 171 candidatos concorrerão às vagas de governador e vice.
Números II
No Pará, onze candidatos disputarão a vaga de governador, a maior quantidade entre todos os estados. Vinte e dois candidatos disputarão as vagas de presidente e vice. Juntos, eles pretendem gastar R$ 916 milhões. O número de vagas para deputado estadual no país chega a 1.059. Vinte e sete vagas de senador estão sendo disputadas. Até segunda-feira (21), 1.850 registros de candidaturas às eleições em todo o país já tinham sido impugnados. 7.399, ou 29,7% dos candidatos nas eleições são mulheres. 354.184 dos eleitores brasileiros residem no exterior. R$ 2.430.018.616,16 é o valor previsto pelos candidatos a governador para serem gastos na disputa.
Números III
Vinte e sete dos atuais 81 senadores concluem o mandato de oito anos em janeiro de 2015. Dez deles, ou 37,04%, vão tentar a reeleição, doze (44,44%) não vão concorrer a nenhum cargo, dois querem vaga na Câmara dos Deputados, um almeja ser suplente de senador, um pretende se tornar deputado estadual e um deles disputa a vice-governadoria. Dos atuais deputados federais, 399, ou 77,78%, vão concorrer à reeleição em outubro deste ano, 37 (7,21%) não disputarão nenhum cargo, 77 (15%) concorrerão a outros cargos, sendo que 21 querem se tornar vice-governadores; 21 disputarão cadeira no Senado, 19 preferem ser deputados estaduais, 10 pretendem ser governadores e seis são candidatos a suplente de senador.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

IDH 2014

by J.Bosco