“Se o plebiscito (para a criação do Estado de Carajás)
for aprovado, só vai votar quem é da região, pois a Constituição é clara a respeito disso. A Justiça vai garantir isso. Acho que a governadora e a turma de Belém abriram o olho e descobriram isso. Daí terem se posicionado agora contra a mobilização. Se tiver plebiscito sai o Estado”.
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